28.2.12

Da sensação de voltar a "casa"...

Quando por vezes a vida nos leva de regresso a "casa", ainda que temporáriamente, a sensação com que fico é a de nostalgia. Porque me sabe efectivamente bem este regresso, contido, compassado, medido e temporalmente definido. Porque me agrada o "bem receber" que caracteriza aquela que um dia foi a minha casa. Porque me deixa imensamente feliz o reencontro. Com os amigos. Com os conhecidos. Com os que são parte de mim. Porque as vantagens são efectivamente algumas.

No entanto, não obstante tudo isto, não consigo, nem quero, voltar já (nem sei se o hei-de querer algum dia). De forma definitiva. De modo intemporal. Em estilo permanente.

Porque, também lá, naquela que se tornou a minha outra casa fiz amigos. Conheci pessoas excepcionais. Outras nem tanto. Porque também lá tenho partes de mim. Projectos inacabados. Sonhos ainda no início. Objectivos que ainda não passaram de embriões. Porque também lá eu aprendi a ser feliz. E, acima de tudo, porque também lá está parte de mim...

27.2.12

Das coisas que só as mulheres compreendem ;)

Puta que pariu a TPM, a lua cheia e as cabras das hormonas.

Descaradamente roubado daqui!!!

Palavras que poderiam ser minhas....

Das coisas que não são para mim...

... ou que até poderão ser, mas com tempo estipulado...

Aprecio muito o campo. Esta enorme planicie que nos deram. Os campos cultivados. Outros totalmente ao abandono. O sol que nos queima a pele, como em nenhum outro lugar do mundo. Os pássaros a cantar. As caminhadas em contacto directo com a natureza. O tempo que passa devagar, como se perpetuasse. O sol que se põe e dá lugar a um frio que só uma lareira consegue colmatar.

Aprecio muito o campo para passar um dia, ou dois, ou até uma semana. Agora, para mais do que isso não me seduz. A distância. A solidão. O escuro. O não ter nada para fazer. São coisas que não me cativam.

Sou, efectivamente, uma menina da cidade. Do movimento. Das luzes. Da agitação. Das pessoas. Sou, efectivamente, uma menina do mundo. É isso. 

Porque ás vezes é mesmo, mesmo assim...

Constatações #34

...

"Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca."
CaioF.

21.2.12

Que a terra lhe seja leve...

... diz Moita Flores. Pois eu, que respeito muito a opinião deste senhor, mas respeito mais ainda quem já se foi, sou obrigada a discordar. QUE A TERRA LHE SEJA MUITO PESADA.

Do preto com cabelo...

Quando eu era uma miuda e ainda acreditava em sonhos cor de rosa e principes encantados {porque agora continuo a ser uma miuda mas já não acredito nessas coisas, se bem que ainda acredite em ilusões e continue a sonhar muuuuitoooo} tive um boneco.

Não era um boneco qualquer. Era preto. E tinha cabelo. E era "estrangeiro" (trouxe-me o meu pai, carinhosamente, da Suiça). As minhas amigas também tinham bonecos. Mas eram brancos. E não tinham cabelo.  E eram nacionais.

Já nessa altura, nos anos que se dizem da inocência, eu dava mostras da grande ingrata que era. Todas as minhas amigas queriam brincar com o meu boneco. Porque era preto. Porque tinha cabelo. Porque era diferente. Já eu, teimosinha que só visto, queria brincar com os delas. Porque eram brancos. Porque não tinham cabelo. Porque estavam na moda.

E chorava. Aliás, já nessa altura chorava muito, característica que se mantem ate hoje... Chorava porque queria um careca branco e não um preto com cabelo. E a minha mãe, com a paciência que nunca lhe foi característica (coisa que também herdei dela), lá me explicava uma e outra vez, que o meu era mais giro. Que era diferente. Que era preto. Que tinha cabelo. Exactamente os mesmos argumentos que eu utilizava para argumentar o "é feio", o "não quero", o "não gosto".

Os anos passaram e com eles eu fui compreendendo a beleza desse meu boneco. Diferente de todos os outros. Mas, a par e passo com essa compreesão, que por vezes a idade nos obriga a ter, foi sempre caminhando a mágoa. O Ressentimento. A tristeza de ter um preto com cabelo e querer um branco careca.

Por isso, talvez por isso, não me considere racista para com essa raça. Afinal, ela faz parte das minhas mais tenras memórias de infância.

Mas, também por isso continuo à espera da altura que um qualquer comportamento meu, mais ou menos desviado, mais ou menos à margem do padronizado, seja explicado, por qualquer técnico que dedica anos de vida ao estudo da mente humana, como um ressabiamento dessa altura da minha vida. De quando eu tinha um preto com cabelo e todas as outras um branco careca.

Porque isso, e dúvidas não tenho nenhumas, há-de servir de móbil para justificar um comportamento que eventualmente possa vir a ter. Afinal, tudo, ou quase tudo, assenta em traumas de infância. Recalcados no mais infimo da nossa memória. Reprimidos até à exaustação...

15.2.12

O dia em que a psicologia me despediu...

... deve ter sido um dia semelhante ao que estão a ter os profissionais desta área que estão a trabalhar no caso que lançou Beja para as luzes da ribalta!

A mente humana é macabra. Ama com a mesmo profudidade com que é capaz de odiar. De matar. De esquartejar outro ser humano, como se de carne numa bancada de talho se tratasse....

Momentos de loucura, acusam outros. Uma vida de abusos, incriminam outros. O que é certo, e que ainda me resta do que a faculdade de psicologia me ensinou, é que muito, mas mesmo muito dificilmente um dia algém irá perceber com certezas absolutas o que é que exactamente se passou. Porque quem é vítima já cá não está para contar. E que é culpado dificilmente terá discernimento mental suficiente para o fazer. Restam-nos as provas. E a análise das mesmas. E nelas, basear toda uma teoria que, podendo nunca chegar a ser confirmada, ao menos irá confortar, como se conforto possível existisse, todos aqueles que se sentem lesados com tamanha barbaridade. Porque o povo acalma os ânimos. Mas nunca esquece. E deseja que tal monstro arda no fogo do inferno.

Porque a justiça popular, mais do que a justiça divina, existe. Para pena de muitos dificilmente será posta à prova.

Porque, para crueldade basta o que já foi feito. Nada irá apagar tamanha chacina. Nada, nem ninguém, trará de volta quem, de forma totalmente inesperada e revoltante é levada desta vida.

E, para todos os que cá ficam, a vida continua. Incluindo para quem, de forma totalmente natural, aos olhos dos que com ele se cruzaram, o continuou a fazer. Como se nada fosse. Como se, por obra do acaso, na televisão daquela Rua de Moçambique estivesse a passar um filme de terror, cuja personagem principal era uma catana, e que esse mesmo filme não tivesse fim. Onde as bobines continuaram a rodar. Para todos, menos para os figurantes. Que se tornaram personagens principais. Na memória de todos nós. Dos que com eles privavam e dos que simplesmente os conheciam.

Resta-nos confrontar com a dura realidade: ninguém conhece ninguém. Nem nós próprios nos conhecemos. Hoje somos uma coisa e ali, já ao virar da esquina, podemos ser outra totalmente oposta. Muito mais do que qualquer dupla personalidade. Muito mais do que qualquer teoria da mente humana possa alcançar. Muito mais do que tudo. Muito menos do que nada!!!


13.2.12

Constatações #32

Sobre essa coisa a que um dia alguém chamou trabalho....

Esta coisa de trabalhar não-sei-quantas-horas-por-dia (porque são sempre mais do que as devidas) num espaço que não é grande, nem pequeno, tem exactamente o tamanho que alguem considerou ideal é uma coisa que tem muito que se lhe diga...

Passa-se muito mais tempo, não necessáriamente de qualidade, ou de falta dela, com os colegas do que com a família.

Criam-se relações, que poderia dizer de amizade, ou mesmo de inimizade, mas opto apenas por dizer criam-se relações. Estreitam-se contactos. Fazem-se amigos para a vida. E inimigos também...

Habituamo-nos, porque a isso somos obrigados, a reconhecer as boas e as más noites dos outros, traduzidos nos sorrisos mais, ou menos, disfarçado com que chegam no outro dia de manhã. (aqui tenho que confessar que as minhas noites são sempre muito más).

Acostumamo-nos a compreender, ou não, só pelo olhar. Por vezes sem necessidade de palavras.

Sabemos quando devemos falar, ou quando o melhor mesmo é estar calados. Ainda assim, por vezes ainda atiramos ao lado e falamos quando o que mais era necessário era ficarmos em silêncio.

Familiarizamo-nos com as piadas, com maior ou menor graça que cada um vai mandando para amenizar o ambiente que por vezes está demasiado hóstil...

E vamos passando, hora a hora, dia a dia, semana a semana, com aqueles que não escolhemos mas que também são parte de nós. Não porque assim o  queiramos. Simplesmente porque a vida a isso nos obriga. E, contra isso, dificilmente conseguimos lutar...

"Somos" mesmo muito pouco...

Notícias como a publicada hoje no CM "Torturam filha adoptada" fazem-me ferver o sangue.

9.2.12

Dos dias menos bons....

Tenho dias assim... Como se estivesse num mundo que não é o meu, a viver uma vida que não a que um dia optei, com projectos que não realizo, com pessoas nas quais não me revejo...

Tenho dias assim.. sem ideiais, sem sonhos, sem objectivos, sem nada...

Tenho dias assim... em que me sinto assim... longe, tão longe, dos meus. Dos que amo com toda a intesidade com que é possível amar alguém....

Tenho dias assim... uns na mó de baixo, outros, quem sabe, na mó de cima....

Das minhas noites {das últimas, as piores}...

De há uns tempos para cá, ou há umas noites, para ser mais concreta, que me recordo de todos os sonhos que tenho. E dos pesadelos também. Melhor seria se assim não fosse. Acordo olho para o relógio. Volto a acordar e ainda não passou quase tempo nenhum. Dou a volta. Viro para um lado. Viro para outro. Tudo na mesma. E quando o maldito despertador toca lá pela 3ª vez é que me apercebo que ainda não descansei nada. E lá vem uma vez mais a velha história do feitiço que se vira contra o feiticeiro.... Porque, se tanto maldisse o tempo, por o mesmo não passar, a verdade é que de manhã lhe juro pela pele, mas pelo motivo oposto...

Esta coisa da idade não perdoa mesmo. E é nisso que sou obrigada a tenho que me mentalizar. Porque, se antes, me poderia passar um comboio ao lado que eu não dava por nada, agora qualquer mijadela do vizinho funciona melhor do que qualquer um dos 2 despertadores que, diáriamente, e de forma ritmada fazem questão de me obrigar a levantar da cama. 

Assim vou passando as minhas noites... entre o chove não molha da porcaria do sono que se tornou mais leve do que uma pena, e  a tortura do despertador compassado que me interrompe abruptamente todas as manhãs. Exactamente na altura em que o sono vai profundo...


8.2.12

Das coisas que pouca gente compreende...

Quando Deus, ou o Diabo, no meu caso vá-se lá saber, distribuiu a altura eu não estava no início da fila. Nem tão pouco era das primeiras. Deveria estar lá mais para o meio. Assim, e porque lhe devo muito pouco, de grande alto não tenho quase nada...

Nos anos em que andava aos saltinhos, e via flores azuis e lilás em todos os cantos (e muitas rosas cravadas de espinhos também) habituei-me, porque nessas idades o hábito é quase sempre o prato do dia, a ver o mundo 8 ou 10 centimetros acima...

Porque os bons hábitos nunca se perdem, ainda hoje é dessa forma que o observo... Não porque me faça sentir superior, nem tão pouco importante... Não porque tenha um posto a defender... Não porque é fashion... Simplesmente, tão simplesmente, porque não consigo vê-lo de outra forma...

E todo o santo dia existe sempre uma alminha caridosa, o que quero mesmo dizer é gozona, mas isso são outros quinhentos, que me questiona, de sorriso cínico "como és capaz?". E, com a mesma alegria lhe respondo, ainda que com um sorriso muito mais sincero.... "É simples... primeiro estranha-se, depois entranha-se"... Não corro riscos desnecessários (ainda que o risco da queda ser maior é mais do que evidente), nem tão pouco faço fretes... Sinto-me confortável, e isso é o que mais me interessa.

Portanto minhas amigas, não uso saltos agulhas (o que até nem é o caso) só porque toda a gente usa, nem saltos de 10 cm porque é o que está na moda... Uso o que gosto, e o que o meu ordenado pode comprar....

Por isto, por tudo isto, e porque a facilidade a que nos habituámos ás coisas muitas das vezes não tem justificação, é que os meus rins se ressentem sempre ando de pé ao léu... de havaianas, pois claro, porque só essas têm autorização para calçar neste pézinho de cinderela...

E não, quando calço saltos não estou em sofrimento, os meus pés não têm joanetes nem nada parecido e as minhas unhas não têm tendência a encravar... só para evitar que mo questionem mais de um milhão de vezes... Ah, e so para satisfazer as curiosidades mais aguçadas: é verdade, volta e meia também me desequilibro.... Mas até aqui sou como o peão.. até que caia tem que dar muitas voltas!!!

Constatações #31

7.2.12

Sobre o fado {o das músicas e o outro}...

Existe um semanário aqui na minha zona, quase tão velho quanto eu (digo eu, que nesta coisa das datas a minha memória já teve melhores dias) que todas as semanas tem reportagens deveras interessantes.

Como jornal que é, tem ofertas de emprego (poucas, muito poucas), publicidade, paginas de desporto (não só do rei, mas também de todos os outros que por aqui se praticam) e mais uma série de artigos. Uns de opinião. A maioria de desopinião!

No entanto, e não é de todo uma afirmação leviana, uma vez que a pude comprovar em cada sexta feira dos últimos anos, a 1ª, senão a única página, que a maior parte das pessoas consulta é a da necrologia. Saber quem {se} foi, ou, como dizem outros "quem já deixou de fumar"... A verdade é que esta página funciona sempre como mote para dois dedos de conversa. Até porque, o meio é relativamente pequeno e existe sempre alguém que sabe quem é tio do primo do avó daquele que, quiçá pela primeira vez na vida, tem a sua fotografia estampada num jornal...

É assim este povo portugues e somos assim nós, os alentejanos. Agarrados a um luto que muitos teimamos em não fazer. Presos a recordações. Com um fardo, por vezes demasiado pesado sobre as nossas costas.

Somos assim todos nós, que fazemos do fado a musica do dia a dia... carregada de sentimento e de saudade, é um facto, mas também deveras deprimente... Porque esta coisa da saudade é uma cena mesmo lixada. E, se nada mais houvesse, cá estaria ele, o fado das músicas, para nos recordar. E ainda o outro fado, o do destino, que teimamos em ver negro. Muito negro...

Um dia, movida por mera curiosidade, gostava que alguém se lembrasse (se é que não o fez já) de "reservar" uma página num qualquer semanário regional, onde seriam colocadas fotografias de todos os bebés que nasceram na semana em questão... Teria um imenso gosto, ou não, quem sabe, de ver as estatísticas de visualização de ambas as páginas: dos que comemoram a vida e dos que lamentam a morte... E, sem grande surpresa, quase que aposto que ganhava a última opção...

E, se porventura esta página um dia existisse, poderia ser que o nosso fado, que não o das músicas, fosse outro...  Afinal, seríamos estrelas à chegada e não na hora de partir!

6.2.12

Tão verdade...

Constatações #30

Será???

Pitosga....

Há coisas que vou adiando, adiando, adiando até não o conseguir fazer mais...
Existe sempre um desculpa, falta de tempo, coisas mais importantes, por aí.. Mas chega aquele dia em que a realidade é demasiado evidente e não há mesmo forma de contornar...
Tornei-me numa pitosga do pior que há... em boa verdade e bom português.. quase que não vejo um boi à frente.. Sim, também é verdade que o maior cego é aquele que não quer ver... mas este, não é, de todo, o meu caso... ou, pelo menos, não é ESTE o caso...
Começou pelas legendas de um filme... pequenas, sempre pequenas.. Depois o resultado de um jogo de futebol, e foi avançando por aí fora... Na mesma proporção em que aumentava a minha resistência em aceitar o evidente...
E, assim se cumpre mais uma {não} resolução de ano novo.. E lá vou eu gastar uns muitos quantos euritos numas cangalhas... fashions, claro está!!!!

5.2.12

Sobre os dias assim...

... em que acordo tarde, acendo a tv e fico na cama, por mais um tempo, a dormitar... Depois levanto-me, preparo qualquer coisa para comer e volto a recolher até ao espaço dos (meus) sonhos...

Minutos depois (não sei quantos porque entretanto adormeci) volto a levantar-me... a custo... a muito custo. Está um frio do caraças e é sempre uma boa desculpa para o dolce faire niente que impera em dias como o de hoje...

Bebo um café para ver se acordo de vez, faço um zapping rápido e não me agrada o que dá... pego num livro para ler mas a perguiça apodera-se de mim... Navego pela net...

Desta feita sento-me no sofá.... Ao fim de pouco tempo opto pela posição deitada... Faço uns quantos telefonemas, daqueles que adiamos sempre por alegada falta de tempo e troco umas quantas sms... Fecho os olhos e não sei quanto tempo passou. Quando volto a acordar ja impera o escuro da noite... A lenha já estala na lareira... O estomago volta a dar sinais de si, afinal comeu-se "qualquer coisa" umas horas antes...

Voltar a levantar, a muito custo... A cozinha é gelada, comparativamente à temperatura que está na sala...faço umas torradas, que acompanho com um chá bem quente, para me aquecer o corpo e o coração...

Começa o noticiário, que hoje não é o das 20:00...

Volto para o sofá e deixo-me estar...

Daqui a nada é hora de um banhito bem quente e ir dormir...

E, enquanto essa hora não chega, vou pensando... "que merda, estes dias sabem tão bem, mas a verdade é que é menos um. Menos um em que poderia ter feito tanta coisa útil... Menos um..."

E, assim são (agora) os meus Domingos... que me sabem pela vida, aquela mesma cujo um dia acabo por desperdiçar...

E, por vezes, é só mesmo isto que preciso...


❝ Mas é que é tão bom olhar para o lado e ver alguém. Mais do que isso até. Ver que alguém se preocupa com você, se preocupa se você está bem, se comeu, se dormiu direito, o que vai fazer a tarde, ou simplesmente alguém que te escute. É que, às vezes, não é necessário nada mais que isso, mesmo…❝

E porque é mesmo assim....

3.2.12

É sexta feira... valha-nos isso...


E porque os termómetros vão descer abaixo dos zero graus nos próximos 2 dias, prevê-se que vou andar muito ocupada com isto:

 

Um dia...

 
"[…] Um dia você aprende que não devemos ter medo, nem vergonha de falar o que pensamos… Afinal, todos nós temos opiniões diferentes e temos que respeitar essas tais diferenças. Um dia você percebe que talvez aquela pessoa que nunca te ligue é aquela que mais se importa com você; Aprende que todo tempo do mundo nunca vai ser o suficiente para realizar seus sonhos. Um dia você aprende que não importa o que aconteça, o importante é seguir em frente e viver intensamente cada segundo de sua vida, aproveitando o máximo e fazendo com que momentos sejam inesquecíveis. Um dia você aprende que você tem muito que aprender, o importante é tentar. […]"