1- "Aceitar o que é, esquecer o que foi, ter fé no que será
2- Em terra de paixões rápidas, quem tem um amor é rei
3- De todas as direções certas da vida, seguir em frente é o que leva mais longe
4- Felicidade não é estar sempre feliz, é apenas a decisão de ir fazendo por isso
5- Na vida vamos perdendo algumas coisas e outras deixando para trás
6- Nunca devemos desistir do que pedimos com o coração todas as noites
7- A esperança será sempre a melhor força que existe
8- Acreditar que tudo tem solução não é otimismo, é fé
9- Se não arriscarmos nunca saberemos como poderia ter sido
10- A força não está no número de golpes que se desfere, mas no número de golpes que se aguenta
11- Não é necessário ver para crer. Mas é necessário sentir para saber
12- Sabemos que estamos no caminho certo quando perdemos o interesse de olhar para trás
13- Velhos caminhos não abrem novas portas
14- Quem tem medo da infelicidade nunca chega a ser feliz
15- Quando levas o sol dentro de ti, não importa se chove lá fora
16- Não desistir só porque as coisas estão difíceis
17- Não há vento que nos tire do lugar quando somos abraçados por quem nos quer bem
18- Porque no final o que importa não é onde estás, mas quem tens do teu lado
19- Amar pelo que vem de dentro
20- Não ser, nunca, menos do que muito
21- Ás vezes ganhamos, noutras aprendemos
22- Maturidade é ser forte o suficiente para deixar ir e para querer ficar
23- Muitas vezes é preciso ter mais coragem para calar do que para falar
24- Não devemos pedir cargas mais leves, mas sim ombros mais fortes
25- Muitas vezes, aquilo que parece o fim é, afinal, o princípio
26- Nunca devemos deixar que nuvens alheias nos tirem a luz
27- Se queremos ser mesmo felizes vamos ter que aprender a ignorar muita coisa
28- Os grandes anos começam com a força de acreditar
29- Nunca nos devemos perder da pessoa que somos
30- A esperança e a coragem dependem sempre de nós, muito mais do que a voz dos outros
31- Para os dias bons, sorrisos. Para os dias maus, coragem
32- sempre que acharmos que terminou, devemso recomeçar
33- Temos sempre que dar tempo para que coisas boas possam ter lugar e espaço para acontecer na nossa vida
34- Que devemos sempre seguir, não por orgulho, mas por amor próprio
35- Enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar"
29.5.16
5.9.15
Pilares da (minha) vida!
São eles que estão sempre lá, que sustentam todo o edifício de que sou feita. São os primeiros a chegar e os últimos a sair. São a mão que acaricia e o colo mais seguro do mundo. São a voz certa nos momentos mais incertos da vida. São o crer, o acreditar e a fé que me permite continuar nesta caminhada. São o meu lugar seguro, o meu porto de abrigo. São o sítio garantido onde quero sempre voltar. São os risos que me forçam quando me apetece chorar e a proteção que nunca falha. São a minha vontade e a minha determinação. São a necessidade das datas que nos unem e o desejo de as perpetuar. São a distância que se faz perto e noite que se faz dia. São o meu luar nas noites escuras de inverno e o oxigénio quando me falta o ar.
São sangue do meu sangue. Os meus pais e as minhas irmãs. São tudo o que de melhor tenho na vida. São o (meu) tudo. São a (minha) vida!
3.9.15
Ainda bem...
"Ainda bem que existes, que vieste, que ficaste". Que nunca nos permitimos que os devaneios de cada um nos levassem para caminhos opostos. Que continuas ao meu lado, a dar-me a mão e o colo. Que todos os dias regressas a casa e que eu todos os dias cá estou, à tua espera. Que os meus braços encaixam completamente nos teus. Que ainda existe magia entre nós. Que te preocupas comigo, tantas vezes mais do que eu própria. Que me alertas para a vida quando o que eu mais quero é ficar sossegada no meu canto. Que és exigente mas com um coração doce. Que és na minha vida mais do que algum dia eu imaginei que alguém pudesse ser. Que me amas, dessa forma, tão tua mas tão meiga, simultaneamente.
Ainda bem que para nós existem os outros dias, aqueles que nos fazem ver valer a importância dos outros muito bons. Que dormes com as pernas entrelaçadas nas minhas, esteja frio ou calor. Que te chateias comigo, para de seguida fazermos as pazes. Que continuas firme, ao meu lado, nesta luta que temos vindo a travar com as adversidades da vida. Que és a minha bússula, o meu amor eterno.
Ainda bem!
Devemos sempre regressar ao sítio onde fomos felizes
Por isso, apenas por isso, estou de volta!
Passaram-se 19 meses desde o ultimo post. Desde então, as nossas vidas mudaram: aprendemos a lidar com a ausência e com uma saudade que não termina. Reorganiza-mo-nos e reajustá-mo-nos à nova realidade: iria passar a existir sempre um lugar vazio à mesa. Quebramos com a tradição de anos e o natal deixou de ser no sitio de sempre: era necessário mudar para que a ausência fosse menos sentida. Ligámo-nos mais uns aos outros, como se aquela triste manhã de março tivesse despertado em nós uma necessidade de acompanhamento até então desconhecida. Existe, uma evidente preocupação quando um de nós não sabe do outro. Acreditámos que as distâncias eram, não raras vezes, um pretexto para a vida que cada um tinha, mas hoje nem damos por elas. Deixámos de sobreviver à tua partida e voltámos a viver, um dia de cada vez, é certo. Ainda não estamos na fase em que nos rimos ao recordar do que foi um dia mas, acredito, lá chegaremos!
9.3.14
Sobre o dia em que a morte nos bate à porta...
...e nós não tinhamos sonhado com ela nem no pior dos nossos pesadelos...
O tempo pára e vivemos uma realidade paralela de negação. Aquilo, aquela partida, não aconteceu. Não com um dos nossos. Teimamos em não acreditar em todas as provas que nos são dadas. Forçamos um regresso ao passado onde tudo ainda era vida. Não temos forças para encarar o presente. Não o queremos. Renegamo-lo. Os minutos vão passado e cada vez mais nos beliscamos para acordar. Na verdade estamos acordados desde o início e não conseguimos mudar esta realidade. Os telefones que não param fazem-nos ter a certeza que não queríamos ter. As pessoas que vão chegando vestidas de negro. Toda a burocracia que é necessário tratar. A certeza... É mesmo verdade. A morte bateu-nos à porta e nós não a conseguimos fechar a tempo.
Ninguém está preparado para uma morte, muito menos para uma imprevisível.
Ninguém consegue chorar toda a dor que sente. Ninguém consegue perceber essa coisa da justiça divina quando "ele" leva um dos nossos. Não, não tinha que ser. Estas coisas nunca deveriam ter que ser. E por isso não se aceitam.
Há três dias atrás não morreu só ele. Morreu uma parte de mim, uma das muitas partes que ele me ajudou a construir. Porque ele era um homem bom. E, as largas centenas de pessoas que choraram a sua morte disso me fazem ter certeza!
A vida, para nós que o chorámos, vai continuar. Vai ser uma vida de reaprendizagens, de reerguer uma "casa" depois de lhe arrancarem um pilar. Vai ser doloroso, vai ser um longo percurso que, de uma forma ou de outra, temos que fazer. E, durante muito e muito tempo, vamos continuar a chorar a sua partida. Até que um dia conseguiremos sorrir por nos recordarmos de ter tido a sorte de ter uma pessoa assim na nossa vida.
O dia em que a morte me bateu à porta foi, indubitavelmente, o dia mais triste da minha vida e trouxe-me a certeza de que nunca mais os natais serão iguais.
Há, realmente, "dias que marcam a alma e a vida da gente", da mesma forma que "Há gente que fica na história da história da gente" e tu, que me criaste como uma filha, és uma dessas pessoas!
Um abraço e um beijo da tua nina, do tamanho da distância que nos separa!
21.2.14
Das viagens da minha vida #1
ºººIbizaººº
Corria o ano de 1998 e o meu, na altura, bilhete de identidade marcava 17 anos. A idade da loucura, da descoberta por natureza, do querer experimentar, testar limites, ir mais além. A idade pautada por uma responsabilidade irresponsável.
Era a viagem de finalistas, o corolário de qualquer estudante do secundário. Para muitos,
como era o meu caso, era sinonimo de uma primeira semana inteira fora de casa, sem regras, sem horários, sem preocupações.
De Ibiza recordo as noites loucas onde tudo era possível, onde tudo acontecia à vista de todos. Recordo a Pachá, a maior discoteca a que tinha ido até então, com salas distintas para "serviços" distintos.
Recordo as noites que se transformavam em dias, a lua que se transformava em sol, a vontade de comer que se transformava em vontade de beber e a vontade de dançar que nunca findava.
Em Ibiza todos nos aproximamos num sentimento de protecção com os que são nossos, todos nos conhecemos e todos partilhamos os mesmos apartamentos. Ninguém terminou o final da semana no mesmo quarto em que a tinha começado.
O sentimento de liberdade que era denominador comum a todos, o querer que a viagem se tornasse inesquecível, a aventura que todos queríamos viver, fizeram com que essa semana se tornasse única.
De Ibiza propriamente dita pouco retive. A noite não nos permitia ver muito. Lembro-me da praia, da vila e de pouco mais.
Não provei as comidas típicas não fui aos locais turísticos não me entranhei na sua cultura. Ibiza foi bom mas soube-me a pouco.
Ibiza foi a minha 1ª grande viagem e tornou-se num grito de liberdade.
19.2.14
Das pessoas que morrem em nós e das outras que nós matamos...
Existem pessoas que deixam de fazer parte da nossa vida. Por uma questão afastamento mais ou menos propositado. Porque, a vida faz com que as pessoas se separem fisicamente e, mesmo vivendo num mundo em que por muito longe que estejamos, todos estamos demasiado perto, por vezes à distância de um toque. Essas pessoas, com as quais deixa de existir a cumplicidade de um sorriso, que deixamos de reconhecer, que fazem parte de um passado, que são apenas pedaços da memória do que somos e do que já vivemos um dia, são pessoas que morrem em nós.
Depois existem as outras, aquelas pessoas que nós matamos em nós. Que queremos arrancar da nossa vida. Esquecer uma história que se escreveu com as mesmas canetas. Que associamos de imediato à palavra desilusão. Que por vezes lentamente, pouco a pouco, nos vão ferindo no mais intimo do nosso ser. De que todas as boas lembranças são uma gota no imenso oceano de coisas que nos lesionaram. De quem "nem o nome ousamos lembrar". De uma vivência que se pautou por sentimentos de raiva e de angustia. Que despoletaram em nós uma faceta que até então desconhecíamos. Mas que, apesar de tudo, nos fizeram crescer enquanto pessoas.
Destas pessoas, das que nos morrem e das que matamos, guardamos o que de melhor se pode guardar: a experiência e a certeza do que não queremos voltar a viver.
Felizmente, em mim já morreram mais do que aquelas que matei.
9.2.14
{Re}começar...
Que amanhã, 10 de Fevereiro, seja um novo início. Que nunca me falte a vontade. Que fotografe pelo menos uma vez por dia. Que me torne mais ativa. Que me aborreça menos. Que usufrua mais da vida. Que não me aborreça ir ao ginásio. Que beba mais água. Que deixe de comer doces à noite. Que telefone mais vezes aos meus. Que continue a acreditar. Que sorria mais. que me torne mais saudável. Que... Hoje não, amanhã...
Que amanhã seja (um novo) 1º dia!
Que amanhã seja (um novo) 1º dia!
7.2.14
Eu já... #3
...vi o mesmo comboio passar 2 vezes na mesma estação e em nenhuma o apanhei!
*Obrigada pela correcção
*Obrigada pela correcção
Da resiliência...
Existem sonhos que adiamos porque julgamos que ainda não está na altura certa de os transformar em realidade e depois existem os outros sonhos, os que somos obrigados a adiar. Que a vida nos obriga a não viver no presente.
Desistir é a palavra que deveria imperar, no entanto, até quando nos restam forças para continuar? Até onde a nossa persistência é capaz de ir? Quando será que vemos a luz ao fundo do túnel? Até quando a nossa resiliência é capaz de suportar a nossa vontade?
Eu, pessoa otimista por natureza, que consegue sempre ver o lado meio cheio do copo, começo a sentir-me como uma marioneta que sou comandada pelas mãos do destino mas que outrora já tive esse controlo nas minhas mãos e o acabei por dispensar.
Acredito, porque quero acreditar sempre e até ao fim, que tudo acontece por alguma razão. Mas além de acreditar quero que nunca me faltem as forças para uma "guerra" que ainda agora está no início!
Que nunca me falte a esperança de dias melhores!
Desistir é a palavra que deveria imperar, no entanto, até quando nos restam forças para continuar? Até onde a nossa persistência é capaz de ir? Quando será que vemos a luz ao fundo do túnel? Até quando a nossa resiliência é capaz de suportar a nossa vontade?
Eu, pessoa otimista por natureza, que consegue sempre ver o lado meio cheio do copo, começo a sentir-me como uma marioneta que sou comandada pelas mãos do destino mas que outrora já tive esse controlo nas minhas mãos e o acabei por dispensar.
Acredito, porque quero acreditar sempre e até ao fim, que tudo acontece por alguma razão. Mas além de acreditar quero que nunca me faltem as forças para uma "guerra" que ainda agora está no início!
Que nunca me falte a esperança de dias melhores!
Das coisas que eu não gosto mesmo nada #5
Pessoas tratarem os outros como se eles fossem burros. Como se não tivessem a capacidade de pensar, de ponderar, de responder, de estar à altura!!!
Pessoas que se acham os "chicos espertos cá do pedaço", verdadeiros donos da razão e absolutos conhecedores de todas as formas de se dissimularem!
Pessoas que se acham os "chicos espertos cá do pedaço", verdadeiros donos da razão e absolutos conhecedores de todas as formas de se dissimularem!
2.2.14
Das coisas que me apetece escrever mas não me apetece desenvolver #4
Haverá maior liberdade do que a que se sentem quando afastamos os nossos fantasmas?
Da dificuldade que é para algumas pessoas o conceito de viver em sociedade....
Já outrora aqui falei sobre o facto de viver num prédio e de todos os dissabores que isso acarreta, nomeadamente ouvir o vizinho do lado na WC, a vizinha de baixo em pleno acto sexual, ou mesmo a criança de cima que chora, como todo e qualquer bebé, independentemente das horas, como se ambos estivessem metidos dentro da minha casa. Eu ouço-os a eles da mesma forma que eles me hão-de ouvir a mim. Vivemos num prédio que, ainda que novo, não deve ter ficado a dever muito aos bons isolantes. Quando comprei casa saberia que ia ser assim. Por um lado a sensação de nunca se estar completamente sozinha e por outro um quase estado de invasão de propriedade com que se habitua a viver até que o mesmo se torne indiferente.
Eu nunca reclamei com ninguém acerca destas situações, a meu ver naturais, como julgo que nunca ninguém tenha reclamado do barulho que possa existir em minha casa.
Até aqui tudo normal. Agora, o que não é mesmo nada normal passa-se na parte exterior da casa: já por três ou quatro vezes cheguei ao carro e tinha lá bilhetes de vizinhas (são sempre elas) que se sentiram incomodadas com o local onde estacionei o carro, mesmo que por breves minutos e até mesmo quando o mesmo não está a impedir o acesso a nenhuma garagem. Segundo elas, o facto do meu carro estar estacionado num local que é "terra de ninguém", mesmo junto ás garagens delas, dificulta-lhes a vidinha quando chegam a casa. Ou porque não conseguem meter o carro à primeira na garagem, ou porque tiveram que se desviar 10 centímetros do circuito diário normal ou até mesmo porque apenas acham que não. Que ali não é lugar para estacionar carros!
Depois, o mais engraçado ainda é o conteúdo dos próprios bilhetes: que não se responsabilizam se me derem um toque, que tenho que ter atenção, que isto, que aquilo...
O último episódio aconteceu ontem. cheguei ao carro e lá estava ela... uma linda declaração da minha vizinha. Por sorte, ou azar, a mesma estava na garagem com o portão aberto. Viu-me chegar ao carro e a ler o bilhete e de imediato veio ao meu encontro. Que não, que assim não pode ser, que trazia compras e tinha que meter o carro na garagem. Pedi desculpas, ainda que ache que não as tinha que pedir, e expliquei gentilmente à senhora que deve ser implicância dela comigo, porque nunca nenhum outro vizinho me chamou à atenção e que além disso o carro dela estava na garagem sem nenhum risco. Nem o dela nem o meu. Aqui toquei-lhe no ego... que teve que fazer não sei quantas manobras, que puxa para aqui, empurra para ali... Na verdade a entrada da garagem dela estava totalmente livre, o meu carro não estava a ocupar 1 cm sequer. A diferença é que a senhora teve que fazer a curva mais apertada. E isso a ela custou-lhe horrores.
Ás páginas tantas, já o marido, calado até então, lhe dizia para ela ir embora que eu até já tinha pedido desculpa e ela insistia... Que era uma falta de respeito, que eu não podia deixar ali o carro, que não se responsabilizava. Eu calada. O marido a mandá-la calar. Ela a dar-lhe forte e feio. Assim se passaram uns bons 10 minutos.
Só tenho pena que estas pessoas se esqueçam de deixar o carro na garagem, quando a têm, o que infelizmente não é o meu caso, e o coloquem nos únicos poucos lugares que existem para quem não tem garagem. E isto foi efetivamente a ultima coisa que lhe disse antes de virar costas.
Viver em sociedade não é para todos e ver uma barriga para além da nossa, ainda menos!!!
1.2.14
É tudo, por agora...
As senhoras que fazem limpeza no local onde trabalho, não obtante o facto de entrarem as 5 da manhã, fazem a limpeza maquilhadas e de saltos altos!!!
Haja vontade e coluna que aguente!!!
Haja vontade e coluna que aguente!!!
30.1.14
Notas soltas #1
Porque será que alguns dos meus amigos insistem em sugerir que eu coloque no FB o meu local de trabalho?! Se eu o quisesse fazer, não seria necessário sugerir!!!
Agradeço a intenção, mas não estou para aí virada!
Agradeço a intenção, mas não estou para aí virada!
16.1.14
Das coisas que a {matur}idade nos dá...#2
O poder de decidir, até determinada instância, quem queremos ou não na nossa vida;
A capacidade de não permitir que essas pessoas nos influenciem negativamente;
A liberdade de escolher, de fazer, de pensar e, acima de tudo, de dizer;
A oportunidade de poder errar e recomeçar, uma e outra vez;
A ousadia de ser diferente e de fazer a diferença;
A construção de um castelo com todas as pedras que fomos recolhendo ao longo do caminho;
Permitir que o sonho continue a comandar a vida!!!
O meu dia de Cinderela...
Passamos a vida a sonhar com o Príncipe encantado.
Não é necessário fazer nenhum esforço retrospetivo, ao mais ínfimo das nossas memórias de infância, para nos recordarmos de que essa personagem foi o responsável por salvar a Cinderela. Assim, sempre tivemos presente de que um dia havíamos de precisar de alguém que nos salvasse e que essa pessoa seria, nem mais nem menos do que o Príncipe Encantado. E, se esse salvamento fosse o resultado de um beijo, tanto melhor, até porque ninguém se lembra que o salvador pudesse ser alguém gordo e feio.
Bem, ontem tive o meu momento de Cinderela!!!
Depois de mais de DUAS horas de clausura, heis que ele apareceu. Não vinha em nenhum cavalo branco, mas vinha disposto a me salvar, afinal isso é que era o importante!!!
O beijo deu lugar a uma força máscula e a capa de Príncipe foi substituída por um fato de treino. Ao invés do chapéu tinha uma valente careca descoberta, apesar do frio que se fazia sentir. Também não era um homem musculado, mas era alto. E tinha conhecimento e tinha força. E, naquele caso, a força era quase tanto quanto bastava.
Não era o Príncipe dos sonhos de nenhuma mulher, mas percorreu mais de 200 Kms para me libertar e isso, naquele momento, fez-me completamente cega para a ideia que tinha de um libertador da magia encantada da infância.
Assim, aos duzentos e muitos dias do alto dos meus trinta e três anos, tive o meu dia de Cinderela e, a juntar a isso, tive ainda o dia em que desmistifiquei o verdadeiro Príncipe Encantado.
Em abono da verdade, tenho que dizer que, ainda que lhe fique eternamente grata, preferia ficar na ignorância quanto à fisionomia de tal figura.
Se nós só vivemos uma vez, enterro aqui a esperança de ser uma verdadeira Cinderela porque não posso nem quero correr o risco de, a existir uma próxima vez, ser salva com um beijo de tamanha personagem.
Aqui jaz um sonho de infância....
15.1.14
20.12.13
7 meses depois e 7 notas soltas que os resumem!
- A vida fez com que me distanciasse fisícamente dos meus demónios;
- Voltei a casa, e ainda que os motivos possam não ter sido os mais fáceis de digerir e as saudades sejam muitas, a sensação de voltar a casa é unica;
-A minha intuição estava certa e aquele olho de vaca continuou a não me desiludir;
- Sofri na pele a sensação de ver cai de um mito;
- Continuo com um grande projeto, o projeto de uma vida, em aberto;
- Sinto-me quase esgotada e preciso muito de férias, de conhecer novos lugares e novas gentes;
-O Natal está aí à porta e eu começo a ficar inquieta como só fico nesta altura e com esta magia;
-O caminho continua a ser para a frente... sempre!!! E a linha continua sem ter fim!!!
- Voltei a casa, e ainda que os motivos possam não ter sido os mais fáceis de digerir e as saudades sejam muitas, a sensação de voltar a casa é unica;
-A minha intuição estava certa e aquele olho de vaca continuou a não me desiludir;
- Sofri na pele a sensação de ver cai de um mito;
- Continuo com um grande projeto, o projeto de uma vida, em aberto;
- Sinto-me quase esgotada e preciso muito de férias, de conhecer novos lugares e novas gentes;
-O Natal está aí à porta e eu começo a ficar inquieta como só fico nesta altura e com esta magia;
-O caminho continua a ser para a frente... sempre!!! E a linha continua sem ter fim!!!
11.6.13
Já não me lembrava....
... Do bom que era passar um dia sem tirar o pijama, alternando entre o sofá e a cama, enroscada no melhor abraço do mundo.
Obrigada por me recordares <3
10.5.13
Máquinas de lavar oferecidas nas caixas de Skip!
Nos meus tempos de criança, em que ainda se privilegiava o brincar na rua, eu e uma amiga minha tínhamos como principal distracção brincar com o telefone.
Nessa altura, em que tínhamos a imaginação no auge, inventávamos mil e uma situações para que nos pudéssemos divertir.
Uma delas, talvez a que mais gozo nos dava, era imaginar que éramos umas quaisquer representantes de uma determinada marca de detergente para a máquina e contactar uma qualquer idosa que conhecesse-mos e dizer que tinha sido a feliz contemplada com uma máquina de lavar roupa. Tínhamos um discurso topo pipi para fazer e sabíamos de cor e salteado os truques que deveríamos utilizar para disfarçar a voz. Entre um estrondoso "parabéns" e o agendamento da entrega da máquina, a nossa principal dificuldade era mesmo esconder o riso, que a todo o custo queria fazer-se ouvir.
Depois, bem depois tínhamos liberdade suficiente para ir ver in loco a euforia da nossa 'vítima' e a rapidez com que essa mesma euforia era partilhada por todos os vizinhos. E depois a frustração, nunca transformada em tristeza, mas sim em mal dizer de uma marca que não cumpria o que prometia (ainda hoje tenho a sensação de que depois de cada telefonema a Skip passou a vender menos na área onde residia)
Passados 20 anos, numa altura em que faleceu uma das nossas maiores 'vitimas', volto a recordar-de desses tempos e sinto uma mistura de emoções: por um lado orgulho por termos conseguido esconder até ao dia de hoje essa maldade, por outro sinto um leve peso na consciência por nunca, mas mesmo nunca, ter tido a coragem ou mesmo a oportunidade de dizer "Sabe Srª Ana, de todas as vezes que lhe ligaram a dizer que tinha ganho alguma coisa, era eu. Nunca ganhou nada".
9.5.13
Dos telhados de vidro...
Diz quem sabe que não devemos atirar pedras porque também nós temos telhados de vidro.
Pois... Uma imagem que resume tudo:
☼
Por cada mês um conceito. E se em Abril é otimisto, em Maio é Planificação. E, já agora, a de 2013, que é mote para cada um dos dias que o compõem: ACREDITAR. Sempre!
8.5.13
Silogismos {do senso comum}...
Diz-se por aí que 'Quem não gosta de animais não pode gostar de pessoas'. Então quem gosta de animais há-de, certamente, gostar de pessoas.
Agora tenho mesmo muitas dúvidas que quem goste de animais goste ainda mais das pessoas.
As pessoas que choram por um animal abandonado não são as mesmas que ficam 'sentidas' quando vêem um sem abrigo. As pessoas que movem mundos e fundos para salvar determinado animal não serão as mesmas que participam em campanhas de solidariedade para salvar vidas humanas.
E as pessoas assinaram uma petição para o cão que matou uma criança em Beja não ser abatido não serão, infelizmente, as mesmas que estão inscritas como dadores de medula.
E isso sim é triste. Muito triste. Mais do que a tristeza sentida pelo abandono de um animal. A tristeza pela preferência. A dos animais, não a das pessoas.
26.4.13
24.4.13
Eu... {a conta gotas}
Quer-me parecer que cada vez está mais perto o dia em que vou dar o braço a torcer aos sapatos rasos. Por nenhum motivo em especial a não ser que estão cada vez mais giros!
19.4.13
12.4.13
Há muito muito tempo...
Quando eu era {ainda mais}criança, tive a ousadia de chamar cabrão ao meu pai.
Na ingenuidade dos meus 2 ou 3 anos (não eram mais do que esses) achei que esse seria o termo exato para me referir à pessoa que é responsável por metade do que sou. Por teimosia, única e exclusivamente por teimosia, chamei-o uma e outra e ainda outra vez. O motivo era simples: já nessa altura o meu pai tinha uma péssima mania: colocava-se à frente da televisão, independentemente de quem a estivesse a ver. Numa tentativa nada cordial de lhe pedir que se desviasse disse claramente "saí da frente cabrão". Numa 1ª altura o meu pai, bem como todos que lá estavam, ficaram petrificados- convenhamos que há 30 anos atrás a palavra cabrão não andasse nas bocas do mundo nem era vocábulo usual lá por casa (acho que a grande dificuldade mesmo foi a descoberta de onde teria eu aprendido tamanha asneira). A 1ª reação foi alertar-me "isso não se chama ao pai". Mas a mim, que tal como o meu pai também já tinha péssimos hábitos nessa altura, o dizerem-me para não fazer era ouvido exatamente da forma contrária. E eu insisti. Uma e outra e outra vez, tendo sido alertada entre cada uma delas.
O meu pai, pessoa de pouca paciência e fazendo jus ao nome que ostenta, puxou a mão atrás e deu-me uma valente chapada.
Conta a lenda, no caso a minha mãe, que como consequência dessa reação do meu pai eu mordi o lábio. E chorei. Chorei muito. Mesmo muito. Tanto que adormeci a chorar. E, de tanto chorar e por ter mordido os lábios era difícil de descodificar o que no meu rosto estava mais inchado: os lábios ou os olhos.
O meu pai, que após esse ato virou costas, só me voltou a por a vista em cima quando eu estava no mais profundo sono. Completamente desfigurada. Tão desfigurada de inchada que estava que o meu pai se assustou. E chorou. Tanto ou mais do que eu...
Passados 30 anos sei que essa chapada não se deveu a toda a carga negativa à volta do vocábulo que utilizei para me referir ao meu pai, porque a desconhecia por completo, mas sim à minha teimosia, que faço questão de preservar até hoje. Afinal, há coisas que nunca mudam!!!
10.4.13
Uma pessoa habitua-se a que lhe prestem "vassalagem"...
...e depois é um verdadeiro 31...
Aprecio umas unhas bem cuidadas e arranjadas. Para mim, fazem toda a diferença. Marcam pontos. Gosto de unhas com cores . Mais escuras no inverno, mais berrantes no verão. Não gosto de unhas arranjadas com muito trabalhado. Menos é mais, também nas unhas. Um pormenor aqui, um brilho ali, uma cor diferente numa, e chega. Mais do que isso é demais.
Descobri uma manicure que me trata das unhas maravilhosamente. Com toda a calma e paciência do mundo, a um preço bem simpático A partir de então faço-lhe uma visita de 3 em 3 semanas e ando com as unhas sempre maravilhosas, independente da louça que tiver que lavar.
Desde então nunca mais tratei das minhas unhas. Porque elas estavam tratadissimas. Até agora.... A minha maravilhosa manicure teve que se ausentar por algumas semanas e as minhas unhas choraram baba e ranho com saudades dela!!!!
Não tive outro remédio: agarrei-me aos utensílios e escolhi a cor que me cheirou a verão. Levei o triplo do tempo que levava antes do verniz de gel. O triplo do tempo e 1/3 da qualidade. Habituamo-nos muito facilmente, é o que é...
Não tive outro remédio: agarrei-me aos utensílios e escolhi a cor que me cheirou a verão. Levei o triplo do tempo que levava antes do verniz de gel. O triplo do tempo e 1/3 da qualidade. Habituamo-nos muito facilmente, é o que é...
9.4.13
Superação
E tem sido assim dia após dia. Cada dia mais um pouco do que no dia anterior. Cada dia um esforço menor. Cada dia mais um pouco de uma coisa e menos um pouco de outra. Eu sempre achei que o que movia muita coisa era o optimismo. Estava certa. É por aí o caminho! Não só, mas também!!! E é com esse optimismo todo que me movo. Que me supero. Dia após dia. Passo após passo. Porque acredito. Muito. Em mim!!!
8.4.13
Objetos de desejo #2*
*Porque eu não sou, nem nunca serei uma fashion bloguer; porque eu quando compro roupa nos chineses o assumo e não indico que foi numa "loja local"; porque eu não ostento outfits; Porque o que uso me saí do pelo e não me é oferecido por nenhuma marca, mas acima de tudo porque também eu desejo alguns 'objetos', e trabalho para os comprar, ou então dou a dica para alguém mos oferecer ;)
Sim, isto é simplesmente publicidade gratuita!
5.4.13
Objetos de desejo #1*
*Porque eu não sou, nem nunca serei uma fashion bloguer; porque eu quando compro roupa nos chineses o assumo e não indico que foi numa "loja local"; porque eu não ostento outfits; Porque o que uso me saí do pelo e não me é oferecido por nenhuma marca, mas acima de tudo porque também eu desejo alguns 'objetos', e trabalho para os comprar, ou então dou a dica para alguém mos oferecer ;)
Sim, isto é simplesmente publicidade gratuita!
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