28.3.13
27.3.13
Porque pior do que não terminar uma viagem... é nunca chegar a partir!!!!
Viajar. A fila para o check in. Antes, a indecisão do destino. O friozinho na barriga. A procura. Os emails de resposta que tardam em chegar. A indecisão. O saber que se quer ir, mas não ter a certeza de para onde. Os prós e contras do que já está quase definido. O câmbio, quando necessário. Marcar. O friozinho na barriga. Agora já está, é altura de começar a fazer as malas porque o tempo escasseia. É sempre assim, sempre de um dia para o outro. A garantia da documentação OK. Organizar tudo. O friozinho na barriga. Ver relatos de quem já lá teve. Pensar que há sítios que são de visita obrigatória mas não planear. Misturar tudo em 2 malas, para o caso de alguma se extraviar. O friozinho na barriga. Escolher a leitura que se quer leve e light. Agora sim a fila para o check in. A visita obrigatória à papelaria. O matar o tempo entre um café e outro. O friozinho na barriga. A hora do embarque a aproximar-se. A entrada no avião. Está quase. O levantar voo. O friozinho na barriga. Os ouvidos a darem o ar da sua graça. O levantar só para esticar as pernas. O dormitar. O olhar impaciente para o monitor que nos mostra onde estamos. O friozinho na barriga. O ler qualquer coisa que se comprou na papelaria do aeroporto só porque sim. O filme que não avança. A indicação de que vamos começar descer. O sinal luminosa que anuncia que os cintos devem estar apertados. A perda de altitude. A indicação de quantos graus estão no destino. O friozinho na barriga.. A aterragem. O desembarque. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. A chegada. A diferença de temperatura. O ar, antes tão distante, mas que agora respiramos. O friozinho na barriga. A espera pela bagagem. O espanto. A felicidade. O coração a mil à hora. A vontade de conhecer. O pisar outro chão. Tão longe. Tão distante. A comida. A cultura. O friozinho na barriga. O querer que o relógio ande mais devagar. O querer conhecer, absorver tudo. Os sons e os cheiros. O sol, sempre o sol. O friozinho na barriga. A nossa inclusão no meio dos populares. O tempo que é só nosso. O início da contagem decrescente. O ver e viver outra realidade. A preocupação da procura por uma lembrança física que nos aproxime sempre de lá. As fotografias. As centenas de fotografias. O queimar dos últimos cartuchos. O dia do regresso a casa, à nossa casa. Novamente o aeroporto e a fila para o check in. O friozinho na barriga. O embarque. O ganhar altitude. O regresso. E a certeza de um dia voltar....
É verdade, fui muito feliz em todos os sítios onde andei. E a todos eles quero voltar, ainda que estejam a muitas milhas de distância. Contigo. Sempre!
26.3.13
25.3.13
Ele há coisas mesmo engraçadas...
Então não é que o Pingo Doce, isso mesmo, aquela empresa que anunciava “ausência de talões, cartões e outras complicações”, acaba de lançar cartão "Poupa Mais" em parceria com BP, cartão este " que dará dois euros de descontos em combustível por cada 30 euros de compras nos supermercados."
Será a velha máxima "se não os podes vencer, junta-te a eles" a fazer-se ouvir????
22.3.13
Há imagens...
... que valem mais do que mil palavras!!!
E, quando se juntam as 2?!!
É que é isto.... é mesmo isto:
E, quando se juntam as 2?!!
É que é isto.... é mesmo isto:
♥
Gosto tanto, mas tanto, mas mesmo tanto, destes dias de sol. Destes dias que se tornam, sucessivamente, maiores. De acordar com a luz natural e os raios desse sol que adoro a invadirem-me a casa. De usar óculos de sol desde que saio de casa até que regresso. Dos dias que só se tornam noite depois de eu ter regressado. Dos primeiros calores que se fazem sentir, tímidos, mas que a pouco e pouco vão ganhando tempo e espaço. Dos campos que começam a ficar floridos. Das flores que têm que ser regadas, porque a temperatura dos dias assim o exige. Das roupas cada vez mais leves e frescas que se vão vestindo. Dos coloridos. Dos braços "carregados" de pulseiras. Deste cheiro a verão que paira no ar. Do amor que se nota no ar a cada chegada da primavera. Da felicidade. Desta que sinto e que nada nem ninguém me irá roubar!!!
20.3.13
19.3.13
Agora é o dia...
"Um dia tudo se ajeita, as coisas tomam rumo, o passado vira passado, as feridas cicatrizam. Só permanece em nossa vida quem merece. Tudo que for verdadeiro, fica, e o que não for, desaparece. Não apresse, não segure rancores, queira tudo e mais um pouco. Deseje tudo de bom. Aguarde o momento certo. Tenha paciência. Ouça musicas para se alegrar. Exclua o que não te faz bem. Tenha esperança, o universo sempre conspira a favor do que desejamos de coração!"
Patricia Kravetz
Dos números...
Sou uma pessoa de números ímpares!
Qualquer uma das pessoas mais importantes da minha vida nasceu num dia ímpar. Eu própria vim ao mundo num 19, de um mês também ele ímpar.
Nunca tinha ligado grande coisa a esse facto, aliás, nunca tinha pensado sobre ele, mas agora que me debrucei sobre o assunto percebi que realmente "há aqui qualquer coisa".
Assim, que me lembre, só existem 2 grandes acontecimentos da minha vida que se deram em números pares.
Por isso, acredito piamente que este ano que agora corre, me vai trazer alguma coisa de muito bom!!!
18.3.13
E a cada dia que passa, mais gosto...
"As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades (...)
(...) Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir"
Das coisas {boas} que ainda não me aconteceram por ter deixado de fumar...
- A comida passou a ter um gosto mais apurado;
- Aumentei o fôlego;
- Apurei os cheiros (exceção feita para o cheiro da minha roupa, que nunca mais foi o mesmo);
- Canso-me menos;
- Passei a respirar melhor;
(em atualização)
17.3.13
O que não me mata...
... torna-me mais forte. Cada vez mais forte. E cada vez com mais certeza que se pode escrever direito por linha tortas...
15.3.13
Manchetes...
Acho que realmente é muito importante manchetes que noticiam que o Papa tropeçou mas questiono que título dariam a uma reportagem sobre pessoas que não só tropeçam, mas caem sobre a própria vida. Enrolam-se nos próprios pés e dão cambalhotas atrás de cambalhotas, arrastando tudo e todos consigo.
Que título mereceria uma notícia assim???
14.3.13
Das paixões...
Estou cada vez mais apaixonada por fotografias e pela arte de bem o fazer! Procuro cada vez mais informação sobre o tema, dedico-me a olhar para os pormenores para as texturas e para as cores e passei a descobrir formas até então desconhecidas.
Gosto de uma boa fotografia, de uma fotografia com alma e gostava muito de saber fotografar assim. Talvez um dia, quem sabe.
13.3.13
Das coisas que me apetece escrever mas não me apetece desenvolver #3
Será que o facto de se terem partido (em alturas diferentes) 2 objectos que me deu alguém com quem a relação também está partida, tem alguma relação?
Eu... {a conta gotas}
Acordar ás 7h e ver a luz do dia a entrar pelas janelas cujas persianas não foram baixas na noite anterior, é coisa para fazer com que o dia me corra logo muito melhor. Melhor ainda é ir a essas mesmas janelas e ver um céu azul, do mesmo azul do mar que tanto amo, ainda que esse sol que ilumina o dia não o aqueça...
11.3.13
Das coisas que me apetece escrever mas não me apetece desenvolver #2
Será que o que fazemos lá atrás de paga lá à frente?!
Eu... de A a Z....
A de Amor... sempre, sempre o Amor
B de Beijo... dos que dou e dos que me roubam
C de Carinho... de dar e receber, essa tão nobre maneira de nos materializar o amor
D de Dar... porque dar é tão bom ou melhor do que receber
E de Eu... do meu ser mais profundo
F de Fuga... a dois, porque por vezes é necessário
G de Gula... porque há coisas que não mudam nunca
H de Hidratante... do corpo e da mente
I de Irmãs... do meu mais que tudo, da minha razão
J de Justiça... principalmente conosco mesmos
L de Livro... esse objeto que me completa
M de Mãe... desse amor incondicional, intemporál e imensurável
N de Namorar... de projetar no outro a metade de nós
O de Oceano, desse imenso mar que tanto gosto
P de Pai... desse amor de que metade sou feita
Q de Qualidade.... no que se faz, sempre
R de Riso.. porque nada nos deve trava-lo
S de Saudade... do fado que nos corre nas veias, porque de portugal somos feitos
T de Trabalho... porque não concebo a minha vida sem ele
U de União... da família, dos nossos, do amor que se multiplica mesmo quando se divide
V de Viajar.. correr mundo, partir, descobrir, conhecer... aprender viajando
X de Xarope... que ajuda a curar, a acalmar
Z de Zona... da minha zona, do meu espaço e do meu tempo
B de Beijo... dos que dou e dos que me roubam
C de Carinho... de dar e receber, essa tão nobre maneira de nos materializar o amor
D de Dar... porque dar é tão bom ou melhor do que receber
E de Eu... do meu ser mais profundo
F de Fuga... a dois, porque por vezes é necessário
G de Gula... porque há coisas que não mudam nunca
H de Hidratante... do corpo e da mente
I de Irmãs... do meu mais que tudo, da minha razão
J de Justiça... principalmente conosco mesmos
L de Livro... esse objeto que me completa
M de Mãe... desse amor incondicional, intemporál e imensurável
N de Namorar... de projetar no outro a metade de nós
O de Oceano, desse imenso mar que tanto gosto
P de Pai... desse amor de que metade sou feita
Q de Qualidade.... no que se faz, sempre
R de Riso.. porque nada nos deve trava-lo
S de Saudade... do fado que nos corre nas veias, porque de portugal somos feitos
T de Trabalho... porque não concebo a minha vida sem ele
U de União... da família, dos nossos, do amor que se multiplica mesmo quando se divide
V de Viajar.. correr mundo, partir, descobrir, conhecer... aprender viajando
X de Xarope... que ajuda a curar, a acalmar
Z de Zona... da minha zona, do meu espaço e do meu tempo
8.3.13
Emigrante.... uma vida de ilusão!
Sempre tive uma ideia não fundamentada de que os emigrantes viviam de ilusões. De que a vida 'lá fora' não era o oásis que nos faziam crer aqueles que tinham partido em busca de melhores condições de vida mas regressavam no mês de Agosto, em forma de desfile de ouro e carros topo de gama. Sempre achei que não se poderia viver muito pior neste cantinho à beira mal plantado do que em países onde o sol passa meses sem dar o ar da sua graça.
Finalmente fundamentei a ideia que tinha. Os Mercedes, BMWs, Audis e outros que tais que apenas servem para ostentar riqueza (que não têm), não passam de carros alugados para virem desfilar no país que os viu nascer mas que, por circunstâncias da vida, não os conseguiu manter.
Os trezentos e trinta dias do ano são feitos de trabalho árduo num oficio que não fariam no seu país, para nos restantes 30 dias desse mesmo ano regressarem à terra natal e pagarem cafés com notas de 200€. A casa onde dizem morar não tem mais do que 40 m2, ainda que lá pernoitem 5 ou 6 pessoas. A casa a sério, aquela que apresenta as condições ideais de conforto está sediada em Portugal. Para mostrar que lá fora se ganha muito dinheiro, ainda que essa mesma casa só sirva de albergue para meia dúzia de dias do ano, porque os restantes são passados sabe-se lá em que circunstâncias.
Acredito profundamente que 'lá fora' se consiga juntar algum dinheiro, da mesma forma em que acredito {ainda mais religiosamente} que cá, não agora mas há uns tempos (e lá fora é a mesma coisa) também se conseguem juntar esses trocos, desde que... a vida se limite a trabalho-casa-trabalho.... e-xa-ta-men-te como os nossos emigrantes fazem...
Vida pessoal, diversão, beber um café, ir a um centro comercial são termos que não se coadunam com emigração.
Não concebo viver a minha vida como se numa prisão estivesse. Sem puder efetivamente vivé-la e cingir-me ao trabalho, a um trabalho que no meu país me recuso a fazer, que considero baixo e do qual me envergonho (Atenção, isto não é o que EU penso nem tão pouco a minha opinião). Prefiro não ter um bom pé de meia, não amealhar para comprar a casa dos meus sonhos, mas ir vivendo dia a dia. Passear. Viajar. Correr o mundo. Conhecer. Jantar fora. Conviver. VIVER!!!
A vida é feita de opções e esta é a minha. No entanto, não coloco de lado a hipótese de recomeçar num qualquer outro canto do mundo, desde que isso não implique deixar de viver.
E é esta diferença que reconheço nos que foram há muitos anos e nos que agora vão: recomeçar mas nunca deixar de se ser quem é. De trabalhar, é claro, mas também de aproveitar porque, afinal... não se vive mesmo 2 vezes... nem aqui nem na Conchinchina !!!!
7.3.13
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