30.1.14

Notas soltas #1

Porque será que alguns dos meus amigos insistem em sugerir que eu coloque no FB o meu local de trabalho?! Se eu o quisesse fazer, não seria necessário sugerir!!!
Agradeço a intenção, mas não estou para aí virada!

16.1.14

Das coisas que a {matur}idade nos dá...#2

O poder de decidir, até determinada instância, quem queremos ou não na nossa vida;

A capacidade de não permitir que essas pessoas nos influenciem negativamente;

A liberdade de escolher, de fazer, de pensar e, acima de tudo, de dizer;

A oportunidade de poder errar e recomeçar, uma e outra vez;

A ousadia de ser diferente e de fazer a diferença;

A construção de um castelo com todas as pedras que fomos recolhendo ao longo do caminho;

Permitir que o sonho continue a comandar a vida!!!




O meu dia de Cinderela...

Passamos a vida a sonhar com o Príncipe encantado.

Não é necessário fazer nenhum esforço retrospetivo, ao mais ínfimo das nossas memórias de infância, para nos recordarmos de que essa personagem foi o responsável por salvar a Cinderela. Assim, sempre tivemos presente de que um dia havíamos de precisar de alguém que nos salvasse e que essa pessoa seria, nem mais nem menos do que o Príncipe Encantado. E, se esse salvamento fosse o resultado de um beijo, tanto melhor, até porque ninguém se lembra que o salvador pudesse ser alguém gordo e feio.

Bem, ontem tive o meu momento de Cinderela!!!

Depois de mais de DUAS horas de clausura, heis que ele apareceu. Não vinha em nenhum cavalo branco, mas vinha disposto a me salvar, afinal isso é que era o importante!!!

O beijo deu lugar a uma força máscula e a capa de Príncipe foi substituída por um fato de treino. Ao invés do chapéu tinha uma valente careca descoberta, apesar do frio que se fazia sentir. Também não era um homem musculado, mas era alto. E tinha conhecimento e tinha força. E, naquele caso, a força era quase tanto quanto bastava.

Não era o Príncipe dos sonhos de nenhuma mulher, mas percorreu mais de 200 Kms para me libertar e isso, naquele momento, fez-me completamente cega para a ideia que tinha de um libertador da magia encantada da infância.

Assim, aos duzentos e muitos dias do alto dos meus trinta e três anos, tive o meu dia de Cinderela e, a juntar a isso, tive ainda o dia em que desmistifiquei o verdadeiro Príncipe Encantado.

Em abono da verdade, tenho que dizer que, ainda que lhe fique eternamente grata, preferia ficar na ignorância quanto à fisionomia de tal figura.

Se nós só vivemos uma vez, enterro aqui a esperança de ser uma verdadeira Cinderela porque não posso nem quero correr o risco de, a existir uma próxima vez, ser salva com um beijo de tamanha personagem.

Aqui jaz um sonho de infância....




Eu já... #1

... fiquei presa DUAS horas num elevador!