30.4.12

Das coisas boas {e outras assim assim} dos últimos dias...

* Tenho um cartão com o estatuto de VIP onde a minha fotografia está estampada ao lado da fotografia de uma cabra (!);
* Revejo amigos de longa data;
* Durmo (muito) pouco;
* Comprovo que há coisas que distância nenhuma apaga;
* Trabalho o triplo;
* Bebo umas caipirinhas;
* Estou exausta;
* Estou com a minha irmã e outros que são quase como tal, sangue do meu sangue;
* Apanho frios de morte;
* Coloco conversas em dia;
* Volto a vestir casacos de inverno;
* "Desenferrujo" a máquina fotográfica;
* Comprovo que já não tenho a "dureza"que tinha há 10 anos atrás;
* Sou feliz;
* E menos feliz também...

23.4.12

E do nada...

... uma tristeza sem fim...
Não é aqui o meu lugar. Pelo menos hoje não é....
Havemos de nos compensar...
E, lá estarei no outro dia. Naquele que mais do que meu passará a ser o nosso dia...
Nós 2... a comemorar!!! Por mim, mas acima de tudo por TI...


LU*

Para ti*



Que és das pessoas mais importantes da minha vida
Que estás "naquele" circulo restrito 
Que respiras o mesmo ar que eu, ainda que por vezes tão longe
Que me olhas e sabes o que quero dizer
Que és única no mundo para mim

AMO-TE 


Constatações #36


Gosto disto #11


20.4.12

Sobre o dia em que paramos para pensar e constatamos que ás vezes mudamos....

Somos pessoas de convicções. Uns mais do que outros, é um facto.

Passamos metade da nossa vida a atirar pedras a quem erra e a outra metade a defender valores nos quais acreditamos piamente.
Julgamo-nos intocáveis e invencíveis.
Somos superiores a muita coisa e criticamos outras tantas.
Acreditamos que há coisas que não mudam nunca da mesma forma que defendemos que nunca ninguém terá a capacidade para as mudar. Para mudar o pouco, ou o muito, depende da perspectiva, que é nosso por direito. Da nossa essência. Daquilo que nos diferencia entre os restantes.
Defendemos, sem juízo de causa, ou sem o ser em causa própria, uma panóplia de comportamentos que vemos nos outros.
Dizemo-nos desta forma ou daquela e defendemos isso como quem se defende da forca.

 Mas depois, quando reflectimos um pouco e fazemos alguma introspecção, o famoso antes e o depois, constatamos que afinal nada é assim tão taxativo. Que as pessoas não são todas iguais e nem todas exercem a mesma influência sobre nós. Que nos movem situações distintas, dependendo da altura e da circunstância. Que afinal o que eram certezas ontem hoje não passam de dúvidas. E que as dúvidas de ontem hoje são certezas absolutas. Pelo menos até ver.

Olhamos no passado e procuramos o momento da mudança. O momento em que algo ou alguém nos mudou. Em que alterámos prioridades. Em que passámos a desvalorizar certas coisas. Em que passámos a valorizar outras. Em que vemos que afinal, por vezes, conseguimos viver com tão pouco. E, de forma mais ou menos surpreendente verificamos que não existo O momento. O que existem, isso sim, são uma série de acontecimentos. De circunstâncias que nos vão moldando. Ás quais, de forma mais ou menos consciente, nos adaptamos.

Porque isto é viver. Para uns ao sabor da maré. Para outros através de um esforço adicional para acolher essa mudança. E, para outros ainda, de uma forma totalmente natural, como se a capacidade de adaptação lhe pertencesse desse sempre.

Porque existem pessoas, sentimentos, valores, que nos fazem mudar. Que nos fazem mudar a importância que damos ás coisas. Que nos fazem "habituar" a viver com menos, ou pelo menos, com sensações completamente distintas.

Porque, uma vez mais, isto é a vida e isto é viver!!! E esta mudança, de forma mais ou menos ponderada, não nos faz seres menores. Apenas nos faz seres mais ou menos adaptados. Mais ou menos resignados!!!

19.4.12

Gosto disto #10


Silogismos {do senso comum}...

Os outfits que as meninas diariamente publicam têm sempre peças com a designação "loja local". Todas as lojas locais são lojas dos chineses...


Em jeito de conclusão... os chineses não oferecem roupas a essas meninas, caso contrário as peças teriam a indicação exacta de onde são, à semelhança do que acontece com as outras que lhes são, na sua maioria, oferecidas por lojas "de marca"!!!

16.4.12

Do duplex que há em mim...

Ao fim de quase 32 anos de existência chego à brilhante conclusão de que sofro de dupla personalidade!!!
Oscilo, por vezes sem motivo aparente, entre 2 extremos de uma mesma realidade.
Tão depressa estou a sorrir e bem disposta como, no minuto imediatamente a seguir, estou cabisbaixa.
Tão depressa trato muito bem as pessoas que me são queridas, como no segundo seguinte as "maltrato", sem que, por vezes, nada justifique tal alteração.
Esta dualidade de personalidade, ou de características da mesma, também se sustenta nos pólos, extremamente opostos, que fazem parte das coisas que aprecio: o quente com o frio, o doce com o salgado, o branco no preto, a noite e o dia, ...
Não gosto de coisas taxativas. Que acontecem sempre da mesma forma. Sempre do mesmo modo. Gosto de mudanças. Das coisas que se vão alterando para que também nós tenhamos que nos adaptar a elas. Mas depois, no meio de tamanha agitação sinto falta dos meus momentos de paz. Da inércia que por vezes me caracteriza. Que por vezes os caracteriza. Nunca estou satisfeita, é um facto...
E, por vezes, não raras vezes, nos momentos de puro auge sinto umas saudades terríveis dos outros, onde apenas me tenho a mim e uma lágrima por companhia. Exactamente da mesma forma que nos momentos depressivos sinto uma falta imensa de rir, com uma felicidade extrema estampada no rosto, que não passa indiferente a quem me conhece...
Sou uma pessoa de extremos. De opostos. De dupla personalidade...


Das coisas que me dão alento para escrever...


  • Dias grandes;
  • O sol;
  • Estar bem disposta;
  • Ler coisas que me agradam e inspiram;
  • Estar feliz;
  • Andar bem;
  • Ter o coração cheio;
  • Sorrir;
  • Um abraço bem apertado;
  • Horas de amena cavaqueira;
  • Uma musica que me encha os ouvidos;
  • Uma noite bem dormida;
  • Um filme que mexa comigo;
  • Um café numa esplanada virada para o sol;
  • O amor... sempre o AMOR!!!

13.4.12

*Acredito até o fim*


"Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço"

Da ginástica mental...



Por vezes fico surpreendida com a elasticidade que tenho. Com a capacidade, para mim inimaginável, de me adaptar a algumas situações. De sorrir quando me atepece chorar. De dissimular quando o que mais me apetece é evidenciar. De falar quando o que mais quero é ficar em silêncio.De ficar quando o que mais quero é ir.

Porque, nem sempre a lei da sobrevivência do mais forte se aplica, e nem sempre o que aparenta mais forte é o que exactamente o é.

Acima de tudo porque a vida por vezes nos obriga a tudo isto, a colocar máscaras, onde nem sempre deixamos , ou podemos deixar, transparecer aquilo que somos e sentimos de verdade. Porque existem coisas que temos que defender. Ou que a isso somos coagidos. 

E não, a tudo isto não se chama falsidade. Apenas uma enorme capacidade de me adaptar ás {diferentes} situações!

12.4.12

Faz-me falta...





... os dias de sol cujo calor se perpectua pela noite fora...
... o tom bronzeado...
... o cheiro a mar...
... a água salgada a banhar-me o corpo...
... ver o sol por-se no mar...
... deixar os casacos em casa e as botas no armário...
... esplanar sem horas...
... comer caracóis...
... beber uma limonada fresquinha...
... Faz-me falta o verão, é isso!!!



"Ele me desperta sentimentos i-na-cre-di-ta-vel-men-te ternos."

De Caio Fernando Abreu, pois claro...

8.4.12

Gosto tanto disto*

Esse turu turu turu aqui dentro
Que faz turu turu quando você passa
Meu olhar decora cada movimento
Até seu sorriso me deixa sem graça
Se eu pudesse te prender,
dominar seus sentimentos,
Controlar seu passos,
ler sua agenda e pensamentos
Mas meu frágil coração
acelera o batimento e faz turu turu turu turu tu...
Esse turu tatuado no meu peito
Gruda e o turu turu turu não tem jeito
Deixa sua marca no meu dia-a-dia
Nesse misto de prazer e agonia
Nem estou dormindo mais,
Já não saio com os amigos
Sinto falta dessa paz que encontrei no seu sorriso
Qualquer coisa entre nós vem crescendo pouco a pouco
E já não nos deixa à sós isso vai nos deixar loucos
Se é amor, sei lá!
só sei que sem você parei de respirar
E é você chegar pra esse turu turu turu vir me atormentar
Se esse turu tatuado no meu peito
Gruda e o turu, turu, turu, não tem jeito
Deixa sua marca no meu dia-a-dia
Nesse misto de prazer e agonia
Eu desisto de entender
É um sinal que estamos vivos
Pra esse amor que vai crescer
Não há lógica nos livros
E quem poderá prever
Um romance imprevisível
Com um turu, turu, turu, turu, turu, turu, tu
Esse turu turu turu aqui dentro
Que faz turu turu quando você passa
Nem estou dormindo mais
Já não saio com os amigos
Sinto falta desse turu, turu, turu, turu, turu, tu.

Daqui