São eles que estão sempre lá, que sustentam todo o edifício de que sou feita. São os primeiros a chegar e os últimos a sair. São a mão que acaricia e o colo mais seguro do mundo. São a voz certa nos momentos mais incertos da vida. São o crer, o acreditar e a fé que me permite continuar nesta caminhada. São o meu lugar seguro, o meu porto de abrigo. São o sítio garantido onde quero sempre voltar. São os risos que me forçam quando me apetece chorar e a proteção que nunca falha. São a minha vontade e a minha determinação. São a necessidade das datas que nos unem e o desejo de as perpetuar. São a distância que se faz perto e noite que se faz dia. São o meu luar nas noites escuras de inverno e o oxigénio quando me falta o ar.
São sangue do meu sangue. Os meus pais e as minhas irmãs. São tudo o que de melhor tenho na vida. São o (meu) tudo. São a (minha) vida!