26.4.13
24.4.13
Eu... {a conta gotas}
Quer-me parecer que cada vez está mais perto o dia em que vou dar o braço a torcer aos sapatos rasos. Por nenhum motivo em especial a não ser que estão cada vez mais giros!
19.4.13
12.4.13
Há muito muito tempo...
Quando eu era {ainda mais}criança, tive a ousadia de chamar cabrão ao meu pai.
Na ingenuidade dos meus 2 ou 3 anos (não eram mais do que esses) achei que esse seria o termo exato para me referir à pessoa que é responsável por metade do que sou. Por teimosia, única e exclusivamente por teimosia, chamei-o uma e outra e ainda outra vez. O motivo era simples: já nessa altura o meu pai tinha uma péssima mania: colocava-se à frente da televisão, independentemente de quem a estivesse a ver. Numa tentativa nada cordial de lhe pedir que se desviasse disse claramente "saí da frente cabrão". Numa 1ª altura o meu pai, bem como todos que lá estavam, ficaram petrificados- convenhamos que há 30 anos atrás a palavra cabrão não andasse nas bocas do mundo nem era vocábulo usual lá por casa (acho que a grande dificuldade mesmo foi a descoberta de onde teria eu aprendido tamanha asneira). A 1ª reação foi alertar-me "isso não se chama ao pai". Mas a mim, que tal como o meu pai também já tinha péssimos hábitos nessa altura, o dizerem-me para não fazer era ouvido exatamente da forma contrária. E eu insisti. Uma e outra e outra vez, tendo sido alertada entre cada uma delas.
O meu pai, pessoa de pouca paciência e fazendo jus ao nome que ostenta, puxou a mão atrás e deu-me uma valente chapada.
Conta a lenda, no caso a minha mãe, que como consequência dessa reação do meu pai eu mordi o lábio. E chorei. Chorei muito. Mesmo muito. Tanto que adormeci a chorar. E, de tanto chorar e por ter mordido os lábios era difícil de descodificar o que no meu rosto estava mais inchado: os lábios ou os olhos.
O meu pai, que após esse ato virou costas, só me voltou a por a vista em cima quando eu estava no mais profundo sono. Completamente desfigurada. Tão desfigurada de inchada que estava que o meu pai se assustou. E chorou. Tanto ou mais do que eu...
Passados 30 anos sei que essa chapada não se deveu a toda a carga negativa à volta do vocábulo que utilizei para me referir ao meu pai, porque a desconhecia por completo, mas sim à minha teimosia, que faço questão de preservar até hoje. Afinal, há coisas que nunca mudam!!!
10.4.13
Uma pessoa habitua-se a que lhe prestem "vassalagem"...
...e depois é um verdadeiro 31...
Aprecio umas unhas bem cuidadas e arranjadas. Para mim, fazem toda a diferença. Marcam pontos. Gosto de unhas com cores . Mais escuras no inverno, mais berrantes no verão. Não gosto de unhas arranjadas com muito trabalhado. Menos é mais, também nas unhas. Um pormenor aqui, um brilho ali, uma cor diferente numa, e chega. Mais do que isso é demais.
Descobri uma manicure que me trata das unhas maravilhosamente. Com toda a calma e paciência do mundo, a um preço bem simpático A partir de então faço-lhe uma visita de 3 em 3 semanas e ando com as unhas sempre maravilhosas, independente da louça que tiver que lavar.
Desde então nunca mais tratei das minhas unhas. Porque elas estavam tratadissimas. Até agora.... A minha maravilhosa manicure teve que se ausentar por algumas semanas e as minhas unhas choraram baba e ranho com saudades dela!!!!
Não tive outro remédio: agarrei-me aos utensílios e escolhi a cor que me cheirou a verão. Levei o triplo do tempo que levava antes do verniz de gel. O triplo do tempo e 1/3 da qualidade. Habituamo-nos muito facilmente, é o que é...
Não tive outro remédio: agarrei-me aos utensílios e escolhi a cor que me cheirou a verão. Levei o triplo do tempo que levava antes do verniz de gel. O triplo do tempo e 1/3 da qualidade. Habituamo-nos muito facilmente, é o que é...
9.4.13
Superação
E tem sido assim dia após dia. Cada dia mais um pouco do que no dia anterior. Cada dia um esforço menor. Cada dia mais um pouco de uma coisa e menos um pouco de outra. Eu sempre achei que o que movia muita coisa era o optimismo. Estava certa. É por aí o caminho! Não só, mas também!!! E é com esse optimismo todo que me movo. Que me supero. Dia após dia. Passo após passo. Porque acredito. Muito. Em mim!!!
8.4.13
Objetos de desejo #2*
*Porque eu não sou, nem nunca serei uma fashion bloguer; porque eu quando compro roupa nos chineses o assumo e não indico que foi numa "loja local"; porque eu não ostento outfits; Porque o que uso me saí do pelo e não me é oferecido por nenhuma marca, mas acima de tudo porque também eu desejo alguns 'objetos', e trabalho para os comprar, ou então dou a dica para alguém mos oferecer ;)
Sim, isto é simplesmente publicidade gratuita!
5.4.13
Objetos de desejo #1*
*Porque eu não sou, nem nunca serei uma fashion bloguer; porque eu quando compro roupa nos chineses o assumo e não indico que foi numa "loja local"; porque eu não ostento outfits; Porque o que uso me saí do pelo e não me é oferecido por nenhuma marca, mas acima de tudo porque também eu desejo alguns 'objetos', e trabalho para os comprar, ou então dou a dica para alguém mos oferecer ;)
Sim, isto é simplesmente publicidade gratuita!
2.4.13
1 de Abril
Porque há coisas que merecem ficar registadas: As 2 únicas vezes que me tentaram dizer algo verdadeiro no dia 1 de Abril eu julguei-as mentira. Eram, na verdade, situações reais! Para a próxima escolham outra data...
1.4.13
Das coisas que a {matur}idade nos dá...
A crença. A perseverança O crer. A fé. O garantir. O saber que quando queremos muito uma coisa, quando lutamos por ela e fazemos acontecer, mais cedo ou mais tarde, o universo conspira a nosso favor. Mas para isso temos que a julgar possível. Acreditar nela. Acreditar na nossa capacidade de a tornar real. Fazê-la. Lutar por ela. Por vezes dar um passo atrás para depois se dar 2 à frente. Ou apenas um, também. Arregaçar as mangas. Ir à luta. Mas acreditar. Sempre. Ter fé, muita fé, para ser otimista. Para aceitar os "nãos" que nos vão surgindo pelo caminho e conseguir transformá-los em "sims". Ter sabedoria para abrir uma janela sempre que se fecha uma porta. E aceitar que mesmo num dia de céu cinzento este se pode rasgar de cor. E, acima de tudo, confiar. No destino. No que está traçado e no que nós desenhamos, por vezes a carvão, noutras vezes a lápis de cor. E acreditar. SEMPRE! E é esta confiança que cada vez mais sinto. E que me permite, cada vez mais, conseguir. Chegar "lá", a esse local que tantas vezes julguei demasiado longe. Hoje, afinal, tão perto!
Otimisto é a palavra!!!
Otimisto é a palavra!!!
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