- A vida fez com que me distanciasse fisícamente dos meus demónios;
- Voltei a casa, e ainda que os motivos possam não ter sido os mais fáceis de digerir e as saudades sejam muitas, a sensação de voltar a casa é unica;
-A minha intuição estava certa e aquele olho de vaca continuou a não me desiludir;
- Sofri na pele a sensação de ver cai de um mito;
- Continuo com um grande projeto, o projeto de uma vida, em aberto;
- Sinto-me quase esgotada e preciso muito de férias, de conhecer novos lugares e novas gentes;
-O Natal está aí à porta e eu começo a ficar inquieta como só fico nesta altura e com esta magia;
-O caminho continua a ser para a frente... sempre!!! E a linha continua sem ter fim!!!
20.12.13
11.6.13
Já não me lembrava....
... Do bom que era passar um dia sem tirar o pijama, alternando entre o sofá e a cama, enroscada no melhor abraço do mundo.
Obrigada por me recordares <3
10.5.13
Máquinas de lavar oferecidas nas caixas de Skip!
Nos meus tempos de criança, em que ainda se privilegiava o brincar na rua, eu e uma amiga minha tínhamos como principal distracção brincar com o telefone.
Nessa altura, em que tínhamos a imaginação no auge, inventávamos mil e uma situações para que nos pudéssemos divertir.
Uma delas, talvez a que mais gozo nos dava, era imaginar que éramos umas quaisquer representantes de uma determinada marca de detergente para a máquina e contactar uma qualquer idosa que conhecesse-mos e dizer que tinha sido a feliz contemplada com uma máquina de lavar roupa. Tínhamos um discurso topo pipi para fazer e sabíamos de cor e salteado os truques que deveríamos utilizar para disfarçar a voz. Entre um estrondoso "parabéns" e o agendamento da entrega da máquina, a nossa principal dificuldade era mesmo esconder o riso, que a todo o custo queria fazer-se ouvir.
Depois, bem depois tínhamos liberdade suficiente para ir ver in loco a euforia da nossa 'vítima' e a rapidez com que essa mesma euforia era partilhada por todos os vizinhos. E depois a frustração, nunca transformada em tristeza, mas sim em mal dizer de uma marca que não cumpria o que prometia (ainda hoje tenho a sensação de que depois de cada telefonema a Skip passou a vender menos na área onde residia)
Passados 20 anos, numa altura em que faleceu uma das nossas maiores 'vitimas', volto a recordar-de desses tempos e sinto uma mistura de emoções: por um lado orgulho por termos conseguido esconder até ao dia de hoje essa maldade, por outro sinto um leve peso na consciência por nunca, mas mesmo nunca, ter tido a coragem ou mesmo a oportunidade de dizer "Sabe Srª Ana, de todas as vezes que lhe ligaram a dizer que tinha ganho alguma coisa, era eu. Nunca ganhou nada".
9.5.13
Dos telhados de vidro...
Diz quem sabe que não devemos atirar pedras porque também nós temos telhados de vidro.
Pois... Uma imagem que resume tudo:
☼
Por cada mês um conceito. E se em Abril é otimisto, em Maio é Planificação. E, já agora, a de 2013, que é mote para cada um dos dias que o compõem: ACREDITAR. Sempre!
8.5.13
Silogismos {do senso comum}...
Diz-se por aí que 'Quem não gosta de animais não pode gostar de pessoas'. Então quem gosta de animais há-de, certamente, gostar de pessoas.
Agora tenho mesmo muitas dúvidas que quem goste de animais goste ainda mais das pessoas.
As pessoas que choram por um animal abandonado não são as mesmas que ficam 'sentidas' quando vêem um sem abrigo. As pessoas que movem mundos e fundos para salvar determinado animal não serão as mesmas que participam em campanhas de solidariedade para salvar vidas humanas.
E as pessoas assinaram uma petição para o cão que matou uma criança em Beja não ser abatido não serão, infelizmente, as mesmas que estão inscritas como dadores de medula.
E isso sim é triste. Muito triste. Mais do que a tristeza sentida pelo abandono de um animal. A tristeza pela preferência. A dos animais, não a das pessoas.
26.4.13
24.4.13
Eu... {a conta gotas}
Quer-me parecer que cada vez está mais perto o dia em que vou dar o braço a torcer aos sapatos rasos. Por nenhum motivo em especial a não ser que estão cada vez mais giros!
19.4.13
12.4.13
Há muito muito tempo...
Quando eu era {ainda mais}criança, tive a ousadia de chamar cabrão ao meu pai.
Na ingenuidade dos meus 2 ou 3 anos (não eram mais do que esses) achei que esse seria o termo exato para me referir à pessoa que é responsável por metade do que sou. Por teimosia, única e exclusivamente por teimosia, chamei-o uma e outra e ainda outra vez. O motivo era simples: já nessa altura o meu pai tinha uma péssima mania: colocava-se à frente da televisão, independentemente de quem a estivesse a ver. Numa tentativa nada cordial de lhe pedir que se desviasse disse claramente "saí da frente cabrão". Numa 1ª altura o meu pai, bem como todos que lá estavam, ficaram petrificados- convenhamos que há 30 anos atrás a palavra cabrão não andasse nas bocas do mundo nem era vocábulo usual lá por casa (acho que a grande dificuldade mesmo foi a descoberta de onde teria eu aprendido tamanha asneira). A 1ª reação foi alertar-me "isso não se chama ao pai". Mas a mim, que tal como o meu pai também já tinha péssimos hábitos nessa altura, o dizerem-me para não fazer era ouvido exatamente da forma contrária. E eu insisti. Uma e outra e outra vez, tendo sido alertada entre cada uma delas.
O meu pai, pessoa de pouca paciência e fazendo jus ao nome que ostenta, puxou a mão atrás e deu-me uma valente chapada.
Conta a lenda, no caso a minha mãe, que como consequência dessa reação do meu pai eu mordi o lábio. E chorei. Chorei muito. Mesmo muito. Tanto que adormeci a chorar. E, de tanto chorar e por ter mordido os lábios era difícil de descodificar o que no meu rosto estava mais inchado: os lábios ou os olhos.
O meu pai, que após esse ato virou costas, só me voltou a por a vista em cima quando eu estava no mais profundo sono. Completamente desfigurada. Tão desfigurada de inchada que estava que o meu pai se assustou. E chorou. Tanto ou mais do que eu...
Passados 30 anos sei que essa chapada não se deveu a toda a carga negativa à volta do vocábulo que utilizei para me referir ao meu pai, porque a desconhecia por completo, mas sim à minha teimosia, que faço questão de preservar até hoje. Afinal, há coisas que nunca mudam!!!
10.4.13
Uma pessoa habitua-se a que lhe prestem "vassalagem"...
...e depois é um verdadeiro 31...
Aprecio umas unhas bem cuidadas e arranjadas. Para mim, fazem toda a diferença. Marcam pontos. Gosto de unhas com cores . Mais escuras no inverno, mais berrantes no verão. Não gosto de unhas arranjadas com muito trabalhado. Menos é mais, também nas unhas. Um pormenor aqui, um brilho ali, uma cor diferente numa, e chega. Mais do que isso é demais.
Descobri uma manicure que me trata das unhas maravilhosamente. Com toda a calma e paciência do mundo, a um preço bem simpático A partir de então faço-lhe uma visita de 3 em 3 semanas e ando com as unhas sempre maravilhosas, independente da louça que tiver que lavar.
Desde então nunca mais tratei das minhas unhas. Porque elas estavam tratadissimas. Até agora.... A minha maravilhosa manicure teve que se ausentar por algumas semanas e as minhas unhas choraram baba e ranho com saudades dela!!!!
Não tive outro remédio: agarrei-me aos utensílios e escolhi a cor que me cheirou a verão. Levei o triplo do tempo que levava antes do verniz de gel. O triplo do tempo e 1/3 da qualidade. Habituamo-nos muito facilmente, é o que é...
Não tive outro remédio: agarrei-me aos utensílios e escolhi a cor que me cheirou a verão. Levei o triplo do tempo que levava antes do verniz de gel. O triplo do tempo e 1/3 da qualidade. Habituamo-nos muito facilmente, é o que é...
9.4.13
Superação
E tem sido assim dia após dia. Cada dia mais um pouco do que no dia anterior. Cada dia um esforço menor. Cada dia mais um pouco de uma coisa e menos um pouco de outra. Eu sempre achei que o que movia muita coisa era o optimismo. Estava certa. É por aí o caminho! Não só, mas também!!! E é com esse optimismo todo que me movo. Que me supero. Dia após dia. Passo após passo. Porque acredito. Muito. Em mim!!!
8.4.13
Objetos de desejo #2*
*Porque eu não sou, nem nunca serei uma fashion bloguer; porque eu quando compro roupa nos chineses o assumo e não indico que foi numa "loja local"; porque eu não ostento outfits; Porque o que uso me saí do pelo e não me é oferecido por nenhuma marca, mas acima de tudo porque também eu desejo alguns 'objetos', e trabalho para os comprar, ou então dou a dica para alguém mos oferecer ;)
Sim, isto é simplesmente publicidade gratuita!
5.4.13
Objetos de desejo #1*
*Porque eu não sou, nem nunca serei uma fashion bloguer; porque eu quando compro roupa nos chineses o assumo e não indico que foi numa "loja local"; porque eu não ostento outfits; Porque o que uso me saí do pelo e não me é oferecido por nenhuma marca, mas acima de tudo porque também eu desejo alguns 'objetos', e trabalho para os comprar, ou então dou a dica para alguém mos oferecer ;)
Sim, isto é simplesmente publicidade gratuita!
2.4.13
1 de Abril
Porque há coisas que merecem ficar registadas: As 2 únicas vezes que me tentaram dizer algo verdadeiro no dia 1 de Abril eu julguei-as mentira. Eram, na verdade, situações reais! Para a próxima escolham outra data...
1.4.13
Das coisas que a {matur}idade nos dá...
A crença. A perseverança O crer. A fé. O garantir. O saber que quando queremos muito uma coisa, quando lutamos por ela e fazemos acontecer, mais cedo ou mais tarde, o universo conspira a nosso favor. Mas para isso temos que a julgar possível. Acreditar nela. Acreditar na nossa capacidade de a tornar real. Fazê-la. Lutar por ela. Por vezes dar um passo atrás para depois se dar 2 à frente. Ou apenas um, também. Arregaçar as mangas. Ir à luta. Mas acreditar. Sempre. Ter fé, muita fé, para ser otimista. Para aceitar os "nãos" que nos vão surgindo pelo caminho e conseguir transformá-los em "sims". Ter sabedoria para abrir uma janela sempre que se fecha uma porta. E aceitar que mesmo num dia de céu cinzento este se pode rasgar de cor. E, acima de tudo, confiar. No destino. No que está traçado e no que nós desenhamos, por vezes a carvão, noutras vezes a lápis de cor. E acreditar. SEMPRE! E é esta confiança que cada vez mais sinto. E que me permite, cada vez mais, conseguir. Chegar "lá", a esse local que tantas vezes julguei demasiado longe. Hoje, afinal, tão perto!
Otimisto é a palavra!!!
Otimisto é a palavra!!!
28.3.13
27.3.13
Porque pior do que não terminar uma viagem... é nunca chegar a partir!!!!
Viajar. A fila para o check in. Antes, a indecisão do destino. O friozinho na barriga. A procura. Os emails de resposta que tardam em chegar. A indecisão. O saber que se quer ir, mas não ter a certeza de para onde. Os prós e contras do que já está quase definido. O câmbio, quando necessário. Marcar. O friozinho na barriga. Agora já está, é altura de começar a fazer as malas porque o tempo escasseia. É sempre assim, sempre de um dia para o outro. A garantia da documentação OK. Organizar tudo. O friozinho na barriga. Ver relatos de quem já lá teve. Pensar que há sítios que são de visita obrigatória mas não planear. Misturar tudo em 2 malas, para o caso de alguma se extraviar. O friozinho na barriga. Escolher a leitura que se quer leve e light. Agora sim a fila para o check in. A visita obrigatória à papelaria. O matar o tempo entre um café e outro. O friozinho na barriga. A hora do embarque a aproximar-se. A entrada no avião. Está quase. O levantar voo. O friozinho na barriga. Os ouvidos a darem o ar da sua graça. O levantar só para esticar as pernas. O dormitar. O olhar impaciente para o monitor que nos mostra onde estamos. O friozinho na barriga. O ler qualquer coisa que se comprou na papelaria do aeroporto só porque sim. O filme que não avança. A indicação de que vamos começar descer. O sinal luminosa que anuncia que os cintos devem estar apertados. A perda de altitude. A indicação de quantos graus estão no destino. O friozinho na barriga.. A aterragem. O desembarque. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. O friozinho na barriga. A chegada. A diferença de temperatura. O ar, antes tão distante, mas que agora respiramos. O friozinho na barriga. A espera pela bagagem. O espanto. A felicidade. O coração a mil à hora. A vontade de conhecer. O pisar outro chão. Tão longe. Tão distante. A comida. A cultura. O friozinho na barriga. O querer que o relógio ande mais devagar. O querer conhecer, absorver tudo. Os sons e os cheiros. O sol, sempre o sol. O friozinho na barriga. A nossa inclusão no meio dos populares. O tempo que é só nosso. O início da contagem decrescente. O ver e viver outra realidade. A preocupação da procura por uma lembrança física que nos aproxime sempre de lá. As fotografias. As centenas de fotografias. O queimar dos últimos cartuchos. O dia do regresso a casa, à nossa casa. Novamente o aeroporto e a fila para o check in. O friozinho na barriga. O embarque. O ganhar altitude. O regresso. E a certeza de um dia voltar....
É verdade, fui muito feliz em todos os sítios onde andei. E a todos eles quero voltar, ainda que estejam a muitas milhas de distância. Contigo. Sempre!
26.3.13
25.3.13
Ele há coisas mesmo engraçadas...
Então não é que o Pingo Doce, isso mesmo, aquela empresa que anunciava “ausência de talões, cartões e outras complicações”, acaba de lançar cartão "Poupa Mais" em parceria com BP, cartão este " que dará dois euros de descontos em combustível por cada 30 euros de compras nos supermercados."
Será a velha máxima "se não os podes vencer, junta-te a eles" a fazer-se ouvir????
22.3.13
Há imagens...
... que valem mais do que mil palavras!!!
E, quando se juntam as 2?!!
É que é isto.... é mesmo isto:
E, quando se juntam as 2?!!
É que é isto.... é mesmo isto:
♥
Gosto tanto, mas tanto, mas mesmo tanto, destes dias de sol. Destes dias que se tornam, sucessivamente, maiores. De acordar com a luz natural e os raios desse sol que adoro a invadirem-me a casa. De usar óculos de sol desde que saio de casa até que regresso. Dos dias que só se tornam noite depois de eu ter regressado. Dos primeiros calores que se fazem sentir, tímidos, mas que a pouco e pouco vão ganhando tempo e espaço. Dos campos que começam a ficar floridos. Das flores que têm que ser regadas, porque a temperatura dos dias assim o exige. Das roupas cada vez mais leves e frescas que se vão vestindo. Dos coloridos. Dos braços "carregados" de pulseiras. Deste cheiro a verão que paira no ar. Do amor que se nota no ar a cada chegada da primavera. Da felicidade. Desta que sinto e que nada nem ninguém me irá roubar!!!
20.3.13
19.3.13
Agora é o dia...
"Um dia tudo se ajeita, as coisas tomam rumo, o passado vira passado, as feridas cicatrizam. Só permanece em nossa vida quem merece. Tudo que for verdadeiro, fica, e o que não for, desaparece. Não apresse, não segure rancores, queira tudo e mais um pouco. Deseje tudo de bom. Aguarde o momento certo. Tenha paciência. Ouça musicas para se alegrar. Exclua o que não te faz bem. Tenha esperança, o universo sempre conspira a favor do que desejamos de coração!"
Patricia Kravetz
Dos números...
Sou uma pessoa de números ímpares!
Qualquer uma das pessoas mais importantes da minha vida nasceu num dia ímpar. Eu própria vim ao mundo num 19, de um mês também ele ímpar.
Nunca tinha ligado grande coisa a esse facto, aliás, nunca tinha pensado sobre ele, mas agora que me debrucei sobre o assunto percebi que realmente "há aqui qualquer coisa".
Assim, que me lembre, só existem 2 grandes acontecimentos da minha vida que se deram em números pares.
Por isso, acredito piamente que este ano que agora corre, me vai trazer alguma coisa de muito bom!!!
18.3.13
E a cada dia que passa, mais gosto...
"As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades (...)
(...) Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir"
Das coisas {boas} que ainda não me aconteceram por ter deixado de fumar...
- A comida passou a ter um gosto mais apurado;
- Aumentei o fôlego;
- Apurei os cheiros (exceção feita para o cheiro da minha roupa, que nunca mais foi o mesmo);
- Canso-me menos;
- Passei a respirar melhor;
(em atualização)
17.3.13
O que não me mata...
... torna-me mais forte. Cada vez mais forte. E cada vez com mais certeza que se pode escrever direito por linha tortas...
15.3.13
Manchetes...
Acho que realmente é muito importante manchetes que noticiam que o Papa tropeçou mas questiono que título dariam a uma reportagem sobre pessoas que não só tropeçam, mas caem sobre a própria vida. Enrolam-se nos próprios pés e dão cambalhotas atrás de cambalhotas, arrastando tudo e todos consigo.
Que título mereceria uma notícia assim???
14.3.13
Das paixões...
Estou cada vez mais apaixonada por fotografias e pela arte de bem o fazer! Procuro cada vez mais informação sobre o tema, dedico-me a olhar para os pormenores para as texturas e para as cores e passei a descobrir formas até então desconhecidas.
Gosto de uma boa fotografia, de uma fotografia com alma e gostava muito de saber fotografar assim. Talvez um dia, quem sabe.
13.3.13
Das coisas que me apetece escrever mas não me apetece desenvolver #3
Será que o facto de se terem partido (em alturas diferentes) 2 objectos que me deu alguém com quem a relação também está partida, tem alguma relação?
Eu... {a conta gotas}
Acordar ás 7h e ver a luz do dia a entrar pelas janelas cujas persianas não foram baixas na noite anterior, é coisa para fazer com que o dia me corra logo muito melhor. Melhor ainda é ir a essas mesmas janelas e ver um céu azul, do mesmo azul do mar que tanto amo, ainda que esse sol que ilumina o dia não o aqueça...
11.3.13
Das coisas que me apetece escrever mas não me apetece desenvolver #2
Será que o que fazemos lá atrás de paga lá à frente?!
Eu... de A a Z....
A de Amor... sempre, sempre o Amor
B de Beijo... dos que dou e dos que me roubam
C de Carinho... de dar e receber, essa tão nobre maneira de nos materializar o amor
D de Dar... porque dar é tão bom ou melhor do que receber
E de Eu... do meu ser mais profundo
F de Fuga... a dois, porque por vezes é necessário
G de Gula... porque há coisas que não mudam nunca
H de Hidratante... do corpo e da mente
I de Irmãs... do meu mais que tudo, da minha razão
J de Justiça... principalmente conosco mesmos
L de Livro... esse objeto que me completa
M de Mãe... desse amor incondicional, intemporál e imensurável
N de Namorar... de projetar no outro a metade de nós
O de Oceano, desse imenso mar que tanto gosto
P de Pai... desse amor de que metade sou feita
Q de Qualidade.... no que se faz, sempre
R de Riso.. porque nada nos deve trava-lo
S de Saudade... do fado que nos corre nas veias, porque de portugal somos feitos
T de Trabalho... porque não concebo a minha vida sem ele
U de União... da família, dos nossos, do amor que se multiplica mesmo quando se divide
V de Viajar.. correr mundo, partir, descobrir, conhecer... aprender viajando
X de Xarope... que ajuda a curar, a acalmar
Z de Zona... da minha zona, do meu espaço e do meu tempo
B de Beijo... dos que dou e dos que me roubam
C de Carinho... de dar e receber, essa tão nobre maneira de nos materializar o amor
D de Dar... porque dar é tão bom ou melhor do que receber
E de Eu... do meu ser mais profundo
F de Fuga... a dois, porque por vezes é necessário
G de Gula... porque há coisas que não mudam nunca
H de Hidratante... do corpo e da mente
I de Irmãs... do meu mais que tudo, da minha razão
J de Justiça... principalmente conosco mesmos
L de Livro... esse objeto que me completa
M de Mãe... desse amor incondicional, intemporál e imensurável
N de Namorar... de projetar no outro a metade de nós
O de Oceano, desse imenso mar que tanto gosto
P de Pai... desse amor de que metade sou feita
Q de Qualidade.... no que se faz, sempre
R de Riso.. porque nada nos deve trava-lo
S de Saudade... do fado que nos corre nas veias, porque de portugal somos feitos
T de Trabalho... porque não concebo a minha vida sem ele
U de União... da família, dos nossos, do amor que se multiplica mesmo quando se divide
V de Viajar.. correr mundo, partir, descobrir, conhecer... aprender viajando
X de Xarope... que ajuda a curar, a acalmar
Z de Zona... da minha zona, do meu espaço e do meu tempo
8.3.13
Emigrante.... uma vida de ilusão!
Sempre tive uma ideia não fundamentada de que os emigrantes viviam de ilusões. De que a vida 'lá fora' não era o oásis que nos faziam crer aqueles que tinham partido em busca de melhores condições de vida mas regressavam no mês de Agosto, em forma de desfile de ouro e carros topo de gama. Sempre achei que não se poderia viver muito pior neste cantinho à beira mal plantado do que em países onde o sol passa meses sem dar o ar da sua graça.
Finalmente fundamentei a ideia que tinha. Os Mercedes, BMWs, Audis e outros que tais que apenas servem para ostentar riqueza (que não têm), não passam de carros alugados para virem desfilar no país que os viu nascer mas que, por circunstâncias da vida, não os conseguiu manter.
Os trezentos e trinta dias do ano são feitos de trabalho árduo num oficio que não fariam no seu país, para nos restantes 30 dias desse mesmo ano regressarem à terra natal e pagarem cafés com notas de 200€. A casa onde dizem morar não tem mais do que 40 m2, ainda que lá pernoitem 5 ou 6 pessoas. A casa a sério, aquela que apresenta as condições ideais de conforto está sediada em Portugal. Para mostrar que lá fora se ganha muito dinheiro, ainda que essa mesma casa só sirva de albergue para meia dúzia de dias do ano, porque os restantes são passados sabe-se lá em que circunstâncias.
Acredito profundamente que 'lá fora' se consiga juntar algum dinheiro, da mesma forma em que acredito {ainda mais religiosamente} que cá, não agora mas há uns tempos (e lá fora é a mesma coisa) também se conseguem juntar esses trocos, desde que... a vida se limite a trabalho-casa-trabalho.... e-xa-ta-men-te como os nossos emigrantes fazem...
Vida pessoal, diversão, beber um café, ir a um centro comercial são termos que não se coadunam com emigração.
Não concebo viver a minha vida como se numa prisão estivesse. Sem puder efetivamente vivé-la e cingir-me ao trabalho, a um trabalho que no meu país me recuso a fazer, que considero baixo e do qual me envergonho (Atenção, isto não é o que EU penso nem tão pouco a minha opinião). Prefiro não ter um bom pé de meia, não amealhar para comprar a casa dos meus sonhos, mas ir vivendo dia a dia. Passear. Viajar. Correr o mundo. Conhecer. Jantar fora. Conviver. VIVER!!!
A vida é feita de opções e esta é a minha. No entanto, não coloco de lado a hipótese de recomeçar num qualquer outro canto do mundo, desde que isso não implique deixar de viver.
E é esta diferença que reconheço nos que foram há muitos anos e nos que agora vão: recomeçar mas nunca deixar de se ser quem é. De trabalhar, é claro, mas também de aproveitar porque, afinal... não se vive mesmo 2 vezes... nem aqui nem na Conchinchina !!!!
7.3.13
13.2.13
e depois de muito pensar....
concluo que...
Algumas não fazem nenhuma!!!!
Já de outras (poucas, muito poucas), sinto algumas saudades!!! Mas com estas, a vida ha-de-nos voltar a cruzar o caminho :)
Algumas não fazem nenhuma!!!!
Já de outras (poucas, muito poucas), sinto algumas saudades!!! Mas com estas, a vida ha-de-nos voltar a cruzar o caminho :)
Saudades...
De sentir aquele friozinho gostoso de fazer a mala e embarcar....
E neste momento estamos a apenas um "sim" de o fazer :)
E neste momento estamos a apenas um "sim" de o fazer :)
4.2.13
1.2.13
A privacidade é uma cena que a mim não me assiste!!!
Quando se decide escrever, o que quer que seja, numa plataforma acessível a nível mundial e sem qualquer tipo de filtros ou restrições, é muito normal que privacidade seja uma palavra que não se deva pronunciar, muito menos exigir. Acontece que, ainda que não andemos a divulgar o nosso blogue pelos 7 ventos, nem façamos questão nenhuma de o dar a conhecer, existe sempre uma possibilidade de alguém cá vir ter.
Quando, apesar de tudo isto, se decide continuar a manter este espaço totalmente público, assume-se que por aqui se escreve o que bem nos entender, sem qualquer tipo de constrangimentos.
Mas, na verdade, as coisas não são assim tão lineares.
Por muitos "tomates" que tenhamos para assumir o que se escreve, a verdade é que há guerras que não valem a pena serem compradas.
Assim, para vir aqui e ter que pensar nas palavras que vou escrever, no duplo sentido que alguém lhe possa dar, nas interpretações baratas que são feitas, prefiro não vir.
Talvez um dia quem sabe...
14.1.13
Das coisas que eu não gosto mesmo nada #4
De pessoas que se acham donos e senhores da verdade, mesmo que seja a verdade da coisa mais banal desta vida...
De pessoas que não conseguem ouvir e aceitar a verdade dos outros!!!
De pessoas que não conseguem ouvir e aceitar a verdade dos outros!!!
Sentir saudades não é a mesma coisa que sentir falta....
Deixar de fumar nunca fez parte das minhas resoluções de ano novo. Nunca pensei seriamente sobre o assunto nem tão pouco me esforcei para tal. Fumava porque gostava. Achava eu que não era tanto pela necessidade mas sim pelo prazer que me dava.
Um dia, no dia em que fiquei bastante doente, e sem que nada o fizesse prever, decidi deixar de fumar. Assim, de um momento para o outro, sem que isso fosse um objectivo há muito pensado. E assim foi. Fumei o ultimo cigarro sem consciência de que seria o ultimo. Sem despedidas. Para mim era apenas mais um, quando na realidade foi O.
Hoje, mais de um mês depois, ainda não senti falta do tabaco. Ainda não me deu vontade de voltar a fumar. Mas... sinto saudades, óbvio que sinto.
Durante estes dias, que entretanto já passaram, ainda não tive que fazer nenhum esforço para não pensar no tabaco, porque simplesmente... não penso.
E, ainda que tenha poucas dúvidas quando todos me dizem que ainda vou sentir falta, a verdade é que a minha força de vontade é, neste momento, muito superior ás saudades que sinto; E não digo, porque não posso mas também porque não quero, que nunca mais na vida voltarei a fumar. Porque pode haver um dia em que a saudade se confunde com a falta...
8.1.13
Da minha estadia...
Ter voltado ás camas daquele hospital, mais de 32 anos depois, concretamente 11895 dias depois, não foi tão mau quanto poderia imaginar, se alguma vez me passasse pela cabeça imaginar como seria essa hospedagem.
O facto de não sermos a doente da cama x, y ou z, mas sim de ser a Sandra, a Júlia, a Maria ou a Joaquina, é um tratamento que me faz logo sentir melhor;
O cuidado com que me trataram, os mimos que me deram (mais do que não seja a disponibilização de uma WC privativa para a minha higiene) e a compreensão para com as minhas dores, foi algo que apreciei muito;
Aquelas pessoas que ali trabalham, todas aquelas com quem me cruzei, trabalham com o objetivo de tornar menos dolorosa a estadia de quem ali é obrigado a pernoitar e isso é visível para todos;
A facilidade com que nos permitem mais visitas do que o autorizado, o gosto evidente em nos ajudar a arranjar, o cuidado com cada picada, o saber se dói ou não, o tapar quando a agitação do sono ou do desconforto nos destapa, o carinho com que nos falam, faz com que o hospital não seja o pior lugar de todos para se estar.
E, saber que estava eventualmente no único lugar do mundo onde a minha dor poderia ser amenizada também ajudou muito!!!
Silogismos {do senso comum}...
As pessoas que fazem like em tudo e mais alguma coisa tem o mesmo objetivo que as que comentam todos os blogues: dar a conhecer o seu FB e o blogue, esperando a mesma moeda de troca (os Gostos e os comentários, claro)!!!
Eu... {a conta gotas}
Se é na doença que descobrimos os amigos, devo dizer que em momento algum me senti desiludida com os que julgava meus, muito pelo contrário: senti mesmo uma agradável surpresa com alguns telefonemas e sms que recebi!
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