Vivemos numa cultura em que o erro é sobrevalorizado. Onde errar se torna muito mais importante do que acertar. Do que fazer bem feito. Parece que está sempre toda a gente à espera de um deslize, de uma falha.
Por vezes sinto-me numa autentica trincheira em que a qualquer passo em falso, qualquer respiração que mais se faça notar, qualquer coisa por mais mínima que seja, faz disparar sobre mim, e sobre os meus companheiros de guerra, uns valetes tiros de metralhadora.
Diz-se por ai que se acertarmos ninguém lembra, mas se errarmos ninguém esquece. Devo confessar que cada vez mais esta afirmação me é familiar e me passa c-o-n-s-t-a-n-t-e-m-e-n-t-e à frente da vista, como que a não deixar esquecer, ou a não permitir olvidar, que um (simples) erro por vezes pode custar muito caro!
Mas isto passa-se comigo e com as pessoas que conheço. Ainda que umas melhor e outras pior... é conversa que se ouve em cada esquina... em cada mesa de café... em qualquer sitio onde 2 pessoas, por obra do acaso, ou não, se encontrem.
E isto, esta sobrevalorização do que de menos bem fazemos, aliada à conjuntura sócio económica em que nos encontramos, funciona como catalisador para que os erros continuem a aparecer. Porque as pessoas vivem a medo. e é exactamente esse medo de errar que as faz errar ainda mais...
Mas isto passa-se comigo e com as pessoas que conheço. Ainda que umas melhor e outras pior... é conversa que se ouve em cada esquina... em cada mesa de café... em qualquer sitio onde 2 pessoas, por obra do acaso, ou não, se encontrem.
E isto, esta sobrevalorização do que de menos bem fazemos, aliada à conjuntura sócio económica em que nos encontramos, funciona como catalisador para que os erros continuem a aparecer. Porque as pessoas vivem a medo. e é exactamente esse medo de errar que as faz errar ainda mais...
1 comentário:
Uma grande verdade...
Quando erramos "jasus" anda para nos cair o tecto em cima!!!
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