Se há coisa que me faz confusão é o erro. Não aquele erro que todos nós podemos cometer uma, outra ou outra vez ainda. Mais sim, aquele erro que mais não é um acumular de erros. De situações antes já vividas e alertadas. De fazer quase que (será que não é sem o quase que???) já sabendo e conhecendo as consequências que daí podem advir. Porque não são situações novas. Apenas vividas num outro espaço e num outro tempo. Onde os protagonistas são, não raras vezes, os mesmos.
Mas, mais grave do que este erro, desmedido e imensurável, são os danos colaterais. Evidentes. Irreparáveis. Que saltam à vista, mesmo daqueles mais distraídos. Porque nos querem a atenção e não compreendem que as pessoas não são propriedade de ninguém. Não estão à venda, nem funcionam como moeda de troca.
Aceito e assumo que todos temos o direito de errar, porque não há ninguém que seja perfeito. Mas também defendo que quando os erros se transformam no pão do dia a dia, no ar que se respira, eles deixam de ter toda e qualquer componente saudável e passam a ser tão somente doentios.
E, eu posso ser muita coisa, mas médica não sou...
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